Posts Tagged “cachorro”

Encontrei esse vídeo no blog Mãe de Cachorro Também é Mãe e amei! Tudo a ver com esse blog aqui também e com o calor infernal que anda fazendo.

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Li num feed uma matéria sobre um cão que recarrega a bateria do celular do dono.

Isso me fez pensar que hoje em dia, os donos pouco utilizam seus cães para aplicações práticas. Originalmente os cães pastoreavam rebanhos e guardavam a casa e seus moradores. Hoje, ficam deitados no sofá, sem nada pra fazer.

Acabe com o tédio do seu dog, colocando para trabalhar! Cães servem para muitas outras coisas, além de carregar a bateria do celular.

Você pode utilizar seu cachorro como tapete, especialmente se ele for bem peludo e fofinho.

tapete

Por que fazer esforço pedalando a bicicleta, se seu cão pode te puxar?

Na mesma linha, é possível subir uma ladeira mais facilmente se seu cachorro for do tipo que adora sair arrastando o dono pela guia. Em vez de brigar para mantê-lo ao seu lado, segure firme a guia e deixe-o te puxar ladeira acima.

Na falta de água para lavar os pés, um cão que adora lamber pode resolver o seu problema.

Caiu algo no chão e você está com preguiça de levantar para buscar? Peça ao cachorro.

Agora sem brincadeira, meus cães fazem as coisas que descrevi acima. Mas não pensem que sou cruel, pisando no Galileu como tapete, ou forçando meu schnauzer a me puxar na bicicleta (isso só aconteceu uma vez, por acaso, quando estava tentando ensiná-lo a andar na cestinha da bicicleta e ele relutava).

Cães adoram ser úteis. Galileu fica muito feliz quando peço a ele pra buscar alguma coisa. Com paciência e treino vocês podem tornar mais alegres as vidas dos seus peludos dando-lhes tarefas dentro de casa.

Experimentem!

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Em primeiro lugar quero pedir desculpas pela demora na divulgação do resultado da promoção Salvando um vira-lata. Todo final de ano é corrido no meu trabalho e esse ano a correria começou mais cedo, deixando pouco tempo para outras coisas.

Em segundo lugar quero agradecer a todos que enviaram e-mails, contando como são seus relacionamentos com seus bichinhos e o que os faz especiais.

Agora vamos ao que interessa. O e-mail mais emocionante, que ganhou o livro escrito por Mark R. Levin, apresentou a história da Magali e foi enviado pela Sabrina Rodrigues. Essa aí na foto é a Magali:
  
Magali

“Eu nunca gostei de animais. Minha irmã sempre amou os bichos e acabava convencendo meus pais de ter um animalzinho em casa. Eles não podiam chegar perto de mim que eu tinha pavor. A vida toda foi assim, tanto na minha casa como na casa de amigos, se tinha cachorro ou qualquer outro animal, eu já me apavorava.

Casei e até então não tinha filhos. Meu marido trabalhava e eu apesar de estudar, me sentia muito sozinha. Um dia voltando da faculdade na frente de um shopping tinha uma senhora com 2 cachorrinhos dentro de uma caixa de papelão. Como estava esperando meu marido para ir pra casa, não sei porque eu parei ali. Fiquei conversando com a senhora sobre os cachorros e tinha uma coisinha preta dentro da caixinha de laço na cabeça que não parava de chamar minha atenção. Fiquei vendo aquilo e não entendia porque aquilo me emocionou. Logo um cachorro, eu? Até que a senhora me perguntou: Não vai levar um cachorrinho? Na mesma hora já dei várias desculpas, que não tinha espaço, que não tinha paciência pra cuidar de um bicho… Mas eu não conseguia parar de olhar pro bichinho de lacinho. Fiquei imaginando como seria minha vida sabendo que não poderia mais viajar, sair sem ter hora pra voltar, tendo alguém dependendo de mim e me esperando em casa. E esperando com cocô e xixi pela casa toda. Não, isso não era pra mim.
Mas comecei a imaginar também se eu tivesse alguém que dependesse de mim, que estaria me esperando em casa e ficaria feliz da vida em me ver chegando. Eu nunca havia sentido uma coisa assim.

Quando meu marido chegou ficou espantado em ver que eu estava vendo e brincando com… cachorros? Eu? Então ele disse: Vamos embora. Na mesma hora me deu um aperto no coração, pensando que alguém levaria aquele ser tão pequeno pra sua casa. Eles tratariam bem o animalzinho? Apesar de eu nunca ter gostado, não admitia que alguém pudesse fazer alguma maldade com eles. Até que me vi perguntando pro meu marido: Vamos levar a de lacinho? Na mesma hora ele me olhou espantado e disse que não levaria porque eu não gostava de animais e que eu não cuidaria. Fora que não tínhamos espaço algum. Mas eu queria levar ela de qualquer jeito. Falei então que a gente daria um jeito, que eu cuidaria dela sim. Não sei de onde tirei isso, mas saiu naturalmente. Ele me olhou desconfiado, eu já chorando imaginando que iria me separar daquela coisinha linda. Logo eu. Meu marido se admirou e comprou a cachorrinha do lacinho. Ela cabia na minha mão. Fui então feliz da vida pra casa.

Logo arrumei uma cama pra ela e no dia seguinte fomos ao pet shop fazer compras para a nova integrante da casa. Foi uma festa.
Colocamos o nome de Magali, pois ela comia muito apesar do tamanho (poodle toy).

Magali aprendeu a subir na cama e de lá nunca mais saiu. Dorme conosco todas as noites. Nos mudamos para uma casa com bastante espaço para minha pequena. Além disso, levo ela pra cima e pra baixo em todos os lugares. Não consigo ficar longe dela. Hoje ela é a “pessoa” que mais amo, é minha filha de verdade. Pretendemos ter filhos, mas a Magali vai ser sempre a filha mais velha, a nossa princesa.

Amo tanto a minha coisinha preta que fiz uma tatuagem com as patinhas dela no seu tamanho original, pra ela ficar pra sempre comigo.

Ela tem 2 anos e 8 meses e foi a responsável por mudar a minha vida. Já temos mais 2 cachorros em casa.

Obrigada Magali, a mãe te ama!”

Sabrina Rodrigues

Quem não ganhou o livro, pode conhecer um pouco sobre ele no site http://www.salvandoumviralata.com.br.

Prometo que antes do final do ano haverá mais um livro e mais uma promoção. Fiquem preparados!

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Galileu 

Ontem salvei meu cachorro de uma crise de identidade.

Levei o Galileu numa exposição de beleza realizada pelo BKC no Rio Centro, para tirar o CPR, documento que diz que o cão é de raça pura. Dois juízes examinam o cão e atestam num formulário que ele é de fato da raça que o dono alega.

A mulher que preenchia a ficha me perguntou a raça e eu disse poodle. Ela esticou a cabeça por cima do balcão onde estava e fez cara de dúvida ao olhar pra ele. Aí chamou o primeiro juiz, que pôs os olhos no Galileu e disse: “esse cachorro não é poodle, é bichon frisé”. Eu expliquei: “não é não, é só a tosa que eu gosto assim”. O cara não se convenceu e disse: “a cabeça é grande, de bichon”. Eu insisti: “não é não, é pequena, olha só”, e abaixei os pelos do topete para mostrar a formação da cabeça.

O cara continuou ressaltando características de bichon e eu rebatendo os argumentos, como se entendesse muito de bichon. Como não concordei que meu cachorro fosse o que alegavam, chamaram outra juíza.

Começamos tudo de novo, ela dizendo que era bichon e eu contra-argumentando. Até cheguei a dizer para molharem o cão para poderem ver melhor a conformação física.

Nisso, os amigos que me acompanhavam já estava agoniados com o debate. O Bruno me disse que deveria ter tosado o peludo como poodle antes de ir lá. A Maria me disse para registrar como bichon mesmo, mas aquilo já havia virado uma questão de honra. Há 5 anos fui buscar um filhote cujos pais eram dois poodles. Não poderia me conformar em passar a ter um bichon de uma hora para a outra.

Durante todo esse tempo Galileu permanecia alheio à discussão, olhando aquele monte de cães belos e bem tosados, se exibirem em pista. Ele nem percebia a seriedade do que estava sendo discutido ali. Seria o mesmo que dizer para um oriental que a partir daquele dia passaria a ser negro.

Então a segunda juíza perguntou se poderia colocá-lo numa mesa para examinar melhor e lá fomos nós para a área em que os cães estavam sendo preparados para a pista. Chegamos até uma criadora que estava finalizando uma pequena poodle pretinha. A bichinha parecia uma estátua, paradinha na mesa, enquanto era arrumada. A juíza explicou o caso à criadora e logo a crise de identidade do Galileu estava terminada. A criadora passou a mão rapidamente na cabeça e no focinho e sentenciou: “é poodle”.

Voltamos ao balcão onde tudo havia começado e Galileu foi registrado como poodle.

P.S.: Depois disso tudo, enquanto visitava a Rio Vet, feira de produtos veterinários que também acontecia no Rio Centro, uma senhora se aproximou, fez festa no Galileu e perguntou se era bichon, explicando que nunca viu um pessoalmente. Eu, já meio estressada com o assunto, respondi: “então a senhora vai continuar sem conhecer um bichon, porque ele é poodle”.

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Semana passada recebi outro livro da Ediouro. Dessa vez demorei mais para terminar a leitura por não se tratar de um livro leve, como Spike – você vai se apaixonar, ainda assim, um livro que vale a pena ser lido. Só aviso uma coisa: se você for uma manteiga derretida, que nem eu, não leia em público! rsrs

O autor, Mark R. Levin, é um americano envolvido em política, autor também de um outro livro nessa área. Ao perder um amigão de quatro patas, resolveu contar como adotou o peludo e como foi a experiência de viver com ele.

Mark já tinha um cachorro, comprado em um pet shop, mas a mulher e os filhos resolveram adotar outro, que encontraram pela Internet. Inicialmente ele foi contra, mas quando botou os olhos no Sprite, mudou imediatamente de idéia. Embora gostasse muito do outro cão, Pepsi, Mark desenvolveu uma relação especial com Sprite. Sei como é isso porque, mesmo amando muito todos os meus bichos, existe algo especial com o Galileu, meu poodle. 

Infelizmente Sprite não era um cão jovem e começou a ter problemas de saúde. Mark e a família não o abandonaram. Pelo contrário. Fizeram todos os esforços possíveis para tratá-lo.

Ficou com vontade de saber mais? Visite o site http://www.salvandoumviralata.com.br

Quer ganhar um exemplar? Conta pra gente como é o relacionamento com o seu bichinho (cão, gato, pássaro, réptil, etc) e porque ele é especial. Vale contar sobre amigos que já não estejam mais com você. Só não esqueça de mandar uma foto dele ou dela. Sei que não é fácil transformar em palavras sentimentos especiais, mas tenho certeza que você vai conseguir.

Mande sua história e sua foto para o e-mail dizeroquepromo@gmail.com. A história que melhor transmitir os sentimentos, ganhará o livro.

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Isso não seria possível sem border collies

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Adoro passear em São Paulo, mas para morar prefiro o Rio. Às vezes, só às vezes, eu gostaria de morar em São Paulo, como no próximo final de semana, por exemplo. Se eu morasse lá, iria conhecer o Spike e pediria um autógrafo :(

Quem mora em SP, faz o favor de dar um agarrão no Spike por mim.

convite

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spike

Esta semana chegou às minhas mãos o livro Spike – você vai se apaixonar, escrito pela catarinense Gisele Martins Neis, e publicado pela Ediouro. Me foi enviado um e-mail perguntando se estaria interessada em receber um exemplar para resenhar, fazer promoção, o que quisesse. Gosto muito de ler e leio QUALQUER COISA sobre animais. Acho que já deu pra perceber que adoro bichos hehe Aceitei e ontem quando cheguei do escritório, o correio havia entregue o livro.

Peguei para “dar uma olhada” antes de dormir e acabei lendo nove capítulos. Hoje terminei de ler no transporte e nas filas da Justiça do Trabalho. Só consegui parar quando o livro terminou.

A leitura é agradável e leve. A autora conta pequenas histórias de seu labrador preto chamado Spike. Dá vontade de conhecer o bicho! Claro que todo dono coruja “exagera” um pouco os dotes do seu peludo rsrs mas ainda assim o Spike deve ser um amor! Confesso que pensei que leria uma versão brasileira de Marley e Eu, mas me enganei. Embora tenha aprontado algumas na infância, Spike não é um labrador terrível como Marley foi. A narrativa também é muito diferente. No livro de John Grogan a história do cão serve de pretexto para as histórias da família e para reflexões sobre vida, morte, amizade, etc. O livro da Gisele é mesmo sobre o cão. Ela, o marido e a filha são meros coadjuvantes.

Um dos trechos mais divertidos foi sobre subir na cama quando o dono estava no chuveiro:

“Spike gosta de subir em nossa cama, mas nunca quando George está em casa (…). Quando George ia para o banho, fechava a porta e ligava o chuveiro, Spike mais que depressa pulava para nossa cama se aninhando ao meu lado. (…) Assim era todo dia. O chuveiro era acionado, Negão pulava para a cama, e, quando era desligado, ele descia e se portava como se nada tivesse acontecido. O maior cara de pau.”

Recomendo a leitura para quem tem cachorro e também para quem não tem, mas gosta. Diversão garantida.

Se quiser saber mais, visite o site http://www.spikevocevaiseapaixonar.com.br.

Quer GANHAR um exemplar? Então participa da primeira promoção do Dizer o que? !

É só enviar para o e-mail “dizeroquepromo [arroba] gmail.com” uma foto legal do seu bichinho, acompanhada de uma pequena história divertida sobre ele. Ganhará o livro a história mais divertida, que venha junto com uma foto bonita, caprichada. Não vale inventar, tem que contar uma história verdadeira. É só puxar da memória que certamente você lembrará de várias histórias. Pode mandar mais de um e-mail, se quiser, cada um com uma história. O vencedor será contatado por e-mail para informar o endereço para onde devo enviar o livro.

Estarei aguardando os e-mails. Tenho certeza que vou me divertir muito com as histórias dos bichinhos.

Obs.: o primeiro e-mail que informei para envio das fotos está com problemas, por isso foi substituído. Quem chegou a enviar para o primeiro, envie novamente para o e-mail atual. Desculpem!

Participe! Divulgue!

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Galileu 

Ontem eu e Galileu participamos da 7a etapa do Campeonato Carioca de Agility. Não competimos, apenas passamos como “cão branco”.

Na primeira pista Galileu deu um show! Estava concentrado, seguiu todos os comandos e não errou um obstáculo sequer. Fiquei hiper orgulhosa e saímos da pista elogiados.

Na segunda pista ele começou fazendo bobeiras, passando por trás de mim em vez de seguir o movimento que indiquei. Aí eu parei e disse a ele: “Fez a primeira pista tão bonito, agora vai me sacanear?” Eu sei que todo dono acha o seu cão o mais inteligente do mundo e acaba “exagerando” um pouco as histórias que conta. Mas juro que não estou exagerando. Depois de me ouvir ele completou a pista sem cometer nenhum outro erro. Quem não acreditar pode perguntar à juíza da prova, que estava perto e me ouviu falar com ele.

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Hã?

Para quem não conhece, esse barbudo aí é o Bruno, meu schnazuer miniatura.

É um amor de cachorro, mas só descobre isso quem consegue não se deixar impressionar pelos latidos furiosos que ele dirige às visitas.

Até pouco tempo atrás, tinha ficado doente uma única vez em seus quase 3 anos de vida. Num domingo desses de janeiro notei que ele não firmava uma pata traseira no chão. Na 2ª feira fomos ao veterinário, radiografamos e descobrimos que ele tem osteófitos na lombar. Como só levaria o laudo do exame para a vet na manhã seguinte, tive que perguntar ao Pai Google o que era isso.

Descobri poucos artigos em português, mas consegui aprender que osteófitos são calcificações entre as vértebras da coluna, o popular “bico de papagaio”. É uma espécie de defesa do osso quando é sobrecarregado. Pode ser causado por algumas doenças degenerativas, ou por traumas físicos. Não tem cura, mas o pet pode conviver bem com o problema se o dono tomar as devidas precauções.

No dia seguinte levei o laudo para a vet. O Bruno não tem doença degenerativa, logo ficamos com a segunda hipótese. Tenho certeza que foi pelo modo como ele tenta me arrastar nos passeios. Todos os cães que arrastam os donos o fazem agarrando o chão com as patas dianteiras. Os schnauzers arrastam os donos impulsionando com as fortes patas traseiras. Foi demais para a coluna dele.

Estava ansiosa para saber o tratamento indicado. Quero proporcionar a melhor qualidade de vida para o Bruno. A primeira recomendação foi perder peso. Na véspera, quando ela o pesou, avisei que estava 1,2kg acima do peso normal. A segunda recomendação foi não exagerar em qualquer atividade que ele faça, o que significa que não está proibido de fazer agility. Que bom! A terceira recomendação foi natação, para fortalecer os músculos, que assim sustentarão melhor a coluna. E finalmente, em caso de nova crise, anti-inflamatórios ou acupuntura.

Para saber como o barbudo está lidando com os osteófitos, aguarde o próximo post da série Bruno de dieta.

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