Você já viajou com seu cachorro? Não? Acha que será muito complicado? Vou te mostrar que não.

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Você e seu pet já sabem tudo que precisam para viajar pelo Brasil. Mas e se você estiver a fim de ultrapassar as fronteiras nacionais e viajar para o exterior?

Não é muito diferente, só um pouco mais burocrático.

Em primeiro lugar é preciso providenciar a GTA (Guia de Transporte Animal), emitida por veterinário credenciado.

Em segundo lugar é preciso pesquisar as exigências feitas pelo país de destino. Existem países, por exemplo, que não permitem a entrada de cães com cauda ou orelhas cortados. A vacina anti-rábica e o atestado de saúde são exigências comuns a todos, mas dependendo do país, outras vacinas podem ser necessárias.

É bom lembrar que o atestado de saúde é válido por um período determinado (para viagens nacionais, 10 dias de validade). Por isso, dependendo do tempo de permanência no destino, pode ser necessário obter outro atestado no lugar em que você e seu pet estiverem.

Informe-se não apenas sobre o que é necessário para ir, como também o que é necessário para voltar. Vi na TV há alguns meses o caso de uma brasileira que residia nos Estados Unidos e quando resolveu voltar para o Brasil trouxe o papagaio africano que tinha comprado lá. Ela foi à Embaixada e providenciou a documentação que informaram ser necessária. Quando desembarcou no Rio o animal ficou retido no aeroporto sob a alegação de que deveria passar por uma quarentena por ser silvestre. A mulher estava desesperada e foi na televisão pedir ajuda, porque o bicho estava no aeroporto e os caras do IBAMA não permitiam que ela o alimentasse. Absurdos que acontecem no Brasil.

O próximo será o último post da série. Aguardem!

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