Infelizmente o consumidor brasileiro ainda não adquiriu o hábito de brigar por seus direitos. Não é diferente quando se trata de operadoras de telefonia.
As operadoras fazem o que bem entendem, com ou sem aprovação da Anatel. A grande maioria dos consumidores simplesmente se conforma.
Não foi isso que fez Thiago Cortez quando descobriu que não poderia compartilhar internet no iPhone adquirido na Oi.
De acordo com o Blog do iPhone, Thiago Cortez, atraido pela propaganda veiculada pela Oi, de iPhone “totalmente desbloqueado”, adquiriu o aparelho em dezembro de 2009 para logo em seguida descobrir que não poderia compartilhar a internet do aparelho. Ele ingressou com ação no Juizado Especial Virtual do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte e obteve liminar determinando o desbloqueio da função no prazo de 24 horas. Decisão liminar não é definitiva. O mérito da ação ainda será apreciado e espero que seja mantida a liminar.
Outra “graça” recorrente das operadoras de telefonia celular é feita nos planos de dados ilimitados. Na verdade não são ilimitados, pois podem sofrer limitação da velocidade. E os atendentes não fazem questão nenhuma de informar devidamente os consumidores. Recentemente fui procurada por um consumidor que entrou na loja de uma operadora e pediu um plano ilimitado. O atendente lhe indicou um determinado plano e o consumidor perguntou se era MESMO ilimitado, ao que o atendente respondeu que sim. Antes de terminar o primeiro mês, o plano sofreu limitação. Apesar de ter sido enganado pelo atendente, meu cliente ainda sofreu cobrança de uma pesada multa rescisória. Resultado: ação no Juizado Especial do Rio e audiência marcada para julho.
E você, consumidor? Vai continuar deixando as operadoras de telefonia fazerem o que bem entendem?
Andar de carro pelas ruas do Rio é uma experiência indescritível. Mas não no bom sentido.
A quantidade de buracos no asfalto é uma coisa absurda! E eles aumentam em número e tamanho à medida que se distanciam dos bairros frequentados pelos turistas. O que não quer dizer que na Zona Sul (a parte da cidade onde se concentram os turistas) não tem buracos também.
A cada 15 dias vou com meu marido buscar a filha dele num bairro da Zona Norte. Eu praticamente “conheço” os buracos no caminho e assim consigo evitá-los. Mas às vezes aparece uma cratera nova e nem sempre consigo desviar. Lá vai o carro pra dentro do buraco!
Quando fiquei sabendo do movimento “Operação asfalto liso” fiquei super entusiasmada! Finalmente os motoristas que sofrem com as crateras cariocas se uniram pra reclamar. O movimento é recente e ainda não está muito estruturado, mas já está ganhando destaque na mídia. Eu estou aqui ajudando a divulgar.
Quem puder, visite o site para adquirir um adesivo ou um banner. Ajudem a divulgar!
Eu adoro cachorro. Não só os meus, gosto de todos. Meus animais são parte da família, por isso adoro tê-los comigo sempre que possível. Quando viajo, eles vão junto. Visitam comigo todos os parentes e amigos que apreciam esse tipo de visita. Já os levei em restaurantes, shoppings e até museus.
Nem por isso, me tornei aquele tipo radical, que deixa de frequentar casas de pessoas em que os cães não são bem vindos, ou que se recusa a prender os cães quando chegam algumas visitas.
Não é porque eu gosto, que todo mundo tem que gostar. Respeito muito a vontade dos outros. Se percebo que o vizinho está com medo de dividir o elevador com os meus peludos, deixo para descer depois. Se a pessoa mostra estar com receio de ser cheirada, não permito que meus cães se aproximem para cheirar.
Na minha coluna semanal no Monalisa de Pijamas contei que no meu prédio os cães foram proibidos pelo síndico de circular pelas áreas comuns, porque alguns donos permitiam que fizessem xixi e cocô pelos corredores e na garagem. Apenas poderiam entrar e sair do prédio no colo dos donos.
Aí, numa noite, quando estava chegando do trabalho, vi uma vizinha saindo do elevador com a beagle dela no chão. No comunicado distribuido pelo síndico, foi informado que quem violasse a regra seria multado. Meus cães nunca fizeram xixi pelo prédio, mesmo assim eu estava seguindo a determinação e carregando os dois. Por isso não achei justo que uma vizinha descumprisse a norma sem sofrer a penalidade com a qual todos havíamos sido ameaçados. Fui ao síndico saber que providência ele iria tomar e fiquei sabendo que aquela não era a única vizinha que estava saindo com o cão no chão.
Dias depois, o porteiro contou que quem estava descumprindo a regra, continuava descumprindo.
Outro dia encontrei com o síndico na garagem. Ele me viu tirando os cães do carro, toda enrolada para segurar bolsa grande e dois cachorros, e me chamou para dizer que, se eu garantisse que eles não fariam xixi, poderiam voltar a circular pelo prédio. Olhei pra cara dele e disse: Ah é? Tá bom. E larguei os bichos no chão na hora. Tentando se justificar, ele disse que foi obrigado a revogar a determinação porque algumas pessoas têm cães grandes, que não podem ser carregados. Isso é mentira. Os maiores cachorros do prédio são porte médio. Ele que não conseguiu fazer cumprir a norma que criou.
Tenho seguido a regra, mesmo tendo que carregar não apenas um, mas dois cachorros.
Hoje na volta do passeio, perguntei ao porteiro se os outros moradores estão seguindo a regra, e ele contou que não tem visto os outros cães. Os donos simplesmente não têm saído com os bichos na rua.
Mais uma vez os animais estão pagando a conta das besteiras dos donos.
Contei para vocês que até o final do ano passado eu era uma feliz cliente da Claro, há anos com a mesma linha. Mas em dezembro meus problemas começaram porque resolvi que queria trocar meu celular por um N95.
Depois do primeiro aborrecimento, meu marido, que é o titular do nosso plano família, resolveu que queria sair da operadora. Para fazê-lo mudar de idéia a atendente prometeu nos enviar um N95. Usaria os pontos acumulados no Claro Clube e daria um desconto, de forma que receberíamos um aparelho em casa, sem qualquer custo, em 7 dias úteis. O celular não chegou, mas os pontos foram baixados.
Fizemos uma série de chamados, recebemos uma infinidade de números de protocolo, mas nada do N95. Dei um basta na história no dia 20 de janeiro, quando acabaram me concedendo um desconto para adquirir qualquer aparelho em uma das lojas. Comprei o N95, mas não dei a questão por encerrada. Disse a eles que queria meus pontos do Claro Clube de volta, já que não tinham sido utilizados. Foi aberta uma reclamação, que eu sabia, não daria em nada.
Como em casa de ferreiro o espeto é de pau, por falta de tempo, até semana passada eu não tinha ajuizado a ação contra a Claro, para reclamar os pontos de volta.
Numa manhã meu marido estava em casa quando o porteiro interfonou avisando que havia um entregador com uma encomenda. Marido sempre acha que mulher gasta dinheiro demais, por isso ele desceu já pensando na bronca que iria me dar mais tarde por ficar comprando besteiras na Internet.
Ao receber o pacote e ver que constava o nome dele pensou: “ela compra e ainda põe no meu nome!” Quando subiu, abriu e viu que era um N95, levou um susto. Nenhum de nós dois acreditava que o tal aparelho fosse chegar mais. Imediatamente ele me ligou pra avisar e eu disse: “não acredito”, por isso tirou essa foto e me mandou pelo celular.
Como eu já tenho um N95, esse ficou pra ele, que também está muito satisfeito com o aparelho. No entanto, continuamos decepcionados com a operadora. A Claro mandou o celular mais de um mês depois da data prometida, sem qualquer explicação antes ou depois. Só uma empresa altamente desorganizada pode agir dessa forma. O envio do celular nessas condições demonstra total desrespeito pelo cliente/consumidor. O pior é que agora não posso mais reclamar os pontos na Justiça, porque afinal foram utilizados. =/
Não, não farei aqui um review do N95. Muitos já foram feitos e a blogosfera não precisa de mais um. Este post será uma RECLAMAÇÃO CONTRA A CLARO.
Sou cliente da Claro desde que chegou ao Brasil, quando ainda se chamava ATL. Meu marido é cliente há quase tanto tempo quanto eu. E até dezembro do ano passado éramos clientes satisfeitos.
Naquele mês resolvi que queria um N95, mas ainda estava atrelada à última renovação contratual e só poderia trocar de aparelho em janeiro. Meu marido já sabe que sou teimosa e não desisto quando resolvo que quero alguma coisa, por isso ligou para a Claro e ao final de 40 minutos ao telefone, me apresentou um número de protocolo com o qual poderíamos fazer a troca. Como estávamos no shopping, imediatamente entramos na loja da Claro e para nosso espanto, no tal número de protocolo não constava nenhuma autorização para troca. Ele voltou a telefonar, enquanto eu e o vendedor aguardávamos. No atendimento da Claro, um supervisor disse que a pessoa que autorizou a troca havia se enganado. Muito indignado, meu marido requisitou a gravação da ligação anterior a fim de tomar providências. O atendente anotou o e-mail dele, mas a gravação nunca chegou. Menos 2 pontos para a Claro.
Ele ficou até mais chateado que eu com esse “engano” e em janeiro, quando terminou nossa vinculação contratual, voltou a ligar, dessa vez para cancelar nossas linhas. A atendente, ao saber do motivo, pediu mil desculpas e disse que poderia nos conceder um desconto para troca do aparelho. O desejado N95 naquela época sairia a R$ 449,00 no nosso Plano Família. Como tínhamos o equivalente a R$ 180,00 em pontos do Claro Clube, ela poderia nos dar um desconto de R$ 269,00 e receberíamos um N95 em casa, sem pagar nada. Quando ele me disse não acreditei, e peguei o telefone para confirmar com a atendente a veracidade da informação. Tudo confirmado, aceitei a proposta e concordei com a renovação do contrato por mais 12 meses. O aparelho seria entregue no nosso apartamento em 7 dias úteis. Até os nomes dos porteiros autorizados a receberem ela anotou e disse que no sexto dia útil eu poderia ligar para saber sobre a entrega.
No terceiro dia útil recebemos uma ligação da Claro para confirmar os dados e o atendente informou que o aparelho seria enviado à transportadora naquele dia. Recebi um SMS confirmando a utilização dos pontos do Claro Clube. Toda feliz, fiquei esperando pelo aparelho.
No sexto dia útil telefonei e a atendente informou que no sistema constava entrega programada para dia 10, sábado. Como já era dia 12, segunda-feira, ela achou estranho que eu ainda não tivesse recebido o celular e ofereceu para abrir uma reclamação a fim de que a Claro apurasse o motivo de não ter havido a entrega na data. Como o prazo só terminaria no dia seguinte, disse que aguardaria, que não precisava abrir a reclamação.
No final do sétimo dia útil nenhum telefone havia chegado aqui. Quando liguei para reclamar, a atendente disse que o prazo deveria ser contato do dia em que fomos contatados para confirmar os dados. Portanto, o aparelho deveria chegar dia 16. Tive a nítida sensação de estar sendo enrolada, mas concordei em aguardar, mesmo já não acreditando mais que algum dia receberia o N95. Menos 3 pontos para a Claro.
No dia 16 a “história” foi que havia ocorrido um problema com a transportadora e que no sistema constava previsão de entrega dia 19, segunda-feira. Nessa altura eu já estava p* da vida e disse que queria encerrar o contrato, mas a atendente me pediu para aguardar até segunda. Menos 4 pontos para a Claro.
Não preciso nem dizer que o celular não chegou dia 19, né? Nesse dia meu marido ligou duas vezes e em cada uma delas ouviu uma história diferente. Quando disse que queria encerrar o contrato, a atendente alegou que a multa rescisória seria devida em razão da renovação operada na semana anterior, no mesmo dia em que ligaram para confirmar os dados. Menos 6 pontos para a Claro.
No dia 20 fui ao fórum em uma cidade vizinha. Cheguei em casa estressada, de ovo virado, porque peguei um tremendo temporal, daqueles que a gente tem que parar o carro em lugar alto pra não ser levado pela enchente. Encontrei-o ao telefone. Quando desligou contou que, segundo a atendente, 32 minutos antes a transportadora havia tentado entregar a encomenda, que havia sido recusada. Ao ouvir isso virei bicho. Há duas semanas a Claro vinha me fazendo de idiota e eu estava engolindo, mas assim já era demais. Pra não dizerem que eu estava de má vontade ainda desci e perguntei ao porteiro. Evidentemente ele desmentiu a história, como eu já sabia que aconteceria. Menos 40 pontos para a Claro!
Voltei para casa e telefonei eu mesma. Depois de narrar todos os fatos, disse ao atendente com toda educação (porque mesmo p* da vida não gosto de baixar o barraco): “eu sou advogada e se HOJE a Claro não me entregar um N95, amanhã entrarei com uma ação”.
Num passe de mágica surgiu um protocolo me dando desconto na aquisição de qualquer aparelho, em qualquer loja. Se ele achou que aplacaria minha fúria, estava muito enganado. Disse a ele que então queria meus pontos do Claro Clube de volta. Fui transferida para o setor do Claro Clube, no qual a atendente não conseguiu nem entender do que eu estava falando. Menos 41 pontos para a Claro. Acabei voltando ao Relacionamento com o Cliente. Para que eu recebesse os pontos de volta, o atendente disse que teria que abrir uma reclamação para apurar o que houve com o aparelho, ou cancelar o envio. Como dizem, dou um boi pra não entrar numa briga, mas uma boiada pra não sair dela. Preferi abrir a reclamação porque tenho certeza que o aparelho não vai chegar e também não vou receber qualquer informação, por isso vou acionar judicialmente a Claro, não tanto por terem utilizado meus pontos sem cumprirem o prometido, mais por terem me tratado como idiota.
Ah, “claro” que utilizei o desconto pra comprar um N95 e o aparelho é muito bom.
No Distribuidor do TRT tem uma mulher que não “está” de mal com a vida, ela “é” de mal com a vida.
Não tem uma vez que eu chegue naquele balcão e encontre a criatura sorrindo. Mas hoje ela resolveu chegar ao top do estado de mau humor e ser grossa comigo, justo comigo que sou simpática e educada com todo mundo.
Entreguei a ela uma inicial pra distribuir. Após conferir os documentos que são exigidos ela me devolveu a petição e rosnou: “tem que ter um documento com o número do CPF dele”. Não sou um computador infalível, mas dificilmente eu cometeria uma bobeira dessas de esquecer de juntar a xerox do CPF, então comecei a folhear os documentos e de fato encontrei, não a xerox do CPF, mas um comprovante de recadastramento que continha o número.
Depois de rosnar pra mim, ela foi para o fundo da sala e pegou um remédio ou coisa parecida pra tomar (devia era tomar outra coisa pra melhorar o humor) e me largou no balcão. Fiquei de lá com a petição na mão, olhando pra ela, esperando pacientemente que resolvesse voltar ao trabalho. Do fundo da sala mesmo ela me olhou de relance e aproveitei para sinalizar que o CPF estava lá. Ela acenou negativamente e rosnou: “não tá não”. Quando finalmente a mal amada voltou ao balcão, entreguei novamente a inicial aberta na página em que estava o CPF. Ela olhou, virou a folha para um lado, virou para o outro, certamente tentando ganhar tempo para encontrar um motivo qualquer pra recusar o documento e sair vitoriosa do episódio, mas não encontrou.
Sem outra saída, a criatura protocolou minha inicial e me entregou a cópia. O mínimo que ela deveria ter feito para encerrar a história com civilidade e educação era me pedir desculpas por ter se enganado, mas não. Ela não disse uma palavra! Instantaneamente decidi que ela não merecia minha educação e sai sem desejar “bom final de semana” ou mesmo “bom dia”. humpft!
Se a senhora um dia vier a ler esta queixa, comece a pensar em melhorar sua relação com a vida!