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	<title>Dizer o que? &#187; música</title>
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	<description>Um blog sobre cotidiano, vida e direito</description>
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	<itunes:summary>O primeiro podcast sobre animais da Internet brasileira</itunes:summary>
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		<title>Flashback</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Aug 2010 22:57:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rachel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dizer o que]]></category>
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		<category><![CDATA[música]]></category>
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		<description><![CDATA[(Now photo by Ron Galella/WireImage) Já fiz muita gozação com festas de flashback. Ontem mudei de idéia. Sempre gostei de dançar. Quando era criança colocava um disco na vitrola (velha!) e dançava na sala de casa. Cresci um pouco e fui fazer jazz. Amei. Na adolescência minha mãe não deixava ir nas matinês das então chamadas discotecas. [...]]]></description>
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(Now photo by Ron Galella/WireImage)</p>
<p>Já fiz muita gozação com festas de flashback. Ontem mudei de idéia.</p>
<p>Sempre gostei de dançar. Quando era criança colocava um disco na vitrola (velha!) e dançava na sala de casa. Cresci um pouco e fui fazer jazz. Amei. Na adolescência minha mãe não deixava ir nas matinês das então chamadas discotecas. Por sorte a garotada da vizinhança adorava organizar &#8220;festas americanas&#8221;. Alguém trazia para o salão do prédio um aparelho de som e uns discos (de vinil), cada um levava um prato de doce ou salgado, e estava armada a festa. O pessoal ia com a intenção de se arrumar, eu ia para dançar. Quando completei 18 anos não precisava mais de permissão de mãe e passei a frequentar as já denominadas danceterias. Se o namorado fosse junto era bom, se não fosse não era problema. Tive um namorado que não gostava de dançar. A gente chegava na danceteria, ele ia pra pista comigo e dançava umas duas músicas, depois sentava e eu passava o resto da noite dançando sozinha. Aí casei e parei de ir em danceterias. Para matar a vontade de dançar só aproveitando as festas de casamento.</p>
<p>Em julho completei 40 anos e resolvi dar uma chance a uma festa de flashback. Afinal seria uma oportunidade para dançar. Saí de lá me perguntando porque não fiz isso antes!</p>
<p>Foi engraçado e ao mesmo tempo revelador ver todas aquelas pessoas da minha idade ou mais velhas que eu, dançando como se o tempo não houvesse passado. Embora gostem de dançar, todas pararam de fazer isso há algum tempo, por um ou por outro motivo.  Dançar em danceteria não é a mesma coisa para elas, as músicas são diferentes e desconhecidas. Não tenho nada contra música eletrônica, até gosto, mas muita gente não consegue gostar.</p>
<p>A festa de flashback permite aos &#8220;coroas&#8221; num passe de mágica ignorarem a passagem do tempo. Ninguém os olhava com ar de &#8220;tá perdido aqui, tio?&#8221;, as músicas eram conhecidas e agradáveis aos ouvidos. Vale mencionar que a década que levou menos dançarinos à pista foi a de 90. Foram tocadas apenas umas cinco músicas dos anos 90, mas meu marido, por exemplo, só conhecia umas duas delas. </p>
<p>A única coisa que essa &#8220;mágica&#8221; da festa de flashback não consegue fazer é apagar os efeitos da idade no dia seguinte. Meu marido acordou cheio de dor nas costas e eu com o joelho inchado. Ainda assim, valeu a pena.</p>
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		<title>A doggy summer</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 22:56:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rachel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Encontrei esse vídeo no blog Mãe de Cachorro Também é Mãe e amei! Tudo a ver com esse blog aqui também e com o calor infernal que anda fazendo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Encontrei esse vídeo no blog <a href="http://www.maedecachorro.com.br" target="_blank">Mãe de Cachorro Também é Mãe</a> e amei! Tudo a ver com esse blog aqui também e com o calor infernal que anda fazendo.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="320" height="265" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/pkPNa4DBFHI&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="320" height="265" src="http://www.youtube.com/v/pkPNa4DBFHI&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Sobrevivendo</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2008 18:08:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rachel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dizer o que]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>

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		<description><![CDATA[Um estudo realizado pela Universidade de Illinois descobriu que a música Staying Alive, dos Bee Gees, é ideal como acompanhamento para massagem cardíaca. A American Heart Association recomenda 100 compressões por minuto na massagem cardíaca e a música Staying Alive possui 103 batidas por minuto. No estudo comandado pelo Dr. David Matlock, 15 estudantes e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um <a href="http://www.nydailynews.com/lifestyle/health/2008/10/17/2008-10-17_stayin_alive_song_may_be_key_to_perfect_.html" target="_blank">estudo realizado pela Universidade de Illinois</a> descobriu que a música Staying Alive, dos Bee Gees, é ideal como acompanhamento para massagem cardíaca.</p>
<p>A American Heart Association recomenda 100 compressões por minuto na massagem cardíaca e a música Staying Alive possui 103 batidas por minuto.</p>
<p>No estudo comandado pelo Dr. David Matlock, 15 estudantes e médicos fizeram a massagem em manequins, ouvindo Staying Alive num iPod, o que os motivou e permitiu que mantivessem o ritmo das compressões, que é o mais importante na ressuscitação.</p>
<p>Portanto, tenha <a href="http://blip.fm/profile/Pumpkin/playlist">Staying Alive</a> no seu iPod e esteja preparado para salvar uma vida.</p>
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</p>
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