Como todo usuário de iPhone, pratico o esporte de baixar apps. Vejo uma indicação em algum lugar, dou uma olhada na app store e se a primeira impressão for boa e o app for free, baixo. Continue reading
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A saga do iPhone – parte 2
Continuação…
Compramos uma deliciosa torta e graças a ela fomos perdoados pelo atraso no aniversário.
No dia seguinte, domingo, fomos almoçar com minha sogra e depois o maridão me chamou pra ir ao Rio Sul. Fui, apesar de achar que não teríamos melhor sorte que no dia anterior.
Fomos direto à loja da Tim. Perguntamos à moça que distribuia senhas se tinha o aparelho e a resposta foi sim. Entramos na sala de atendimento e não havia fila, seríamos os próximos. Tava tudo bom demais pra ser verdade. Depois de alguns minutos, fomos chamados. Disse ao atendente o que queria e ele apenas respondeu: “pois não”. Levantou e logo voltou com a caixa do iPhone. Eu ainda achava que alguma coisa daria errado.
Não fosse o maridão pedir um monte de informações sobre planos, avaliando a possibilidade de trocar de operadora, teríamos saído de lá com um iPhone pré-pago na mão em não mais que 15 minutos. Acabamos levando cerca de 1 hora porque a coisa fluiu tão bem, o atendimento foi tão bom e os preços estavam tão em conta que acabei levando um iPhone de 32gb, fazendo um plano de minutos e um pacote de dados! Pelo plano de 100mb na Claro pago R$ 29,90 por mês. A mesma quantidade de dados na Tim custa R$ 19,90, mas graças a uma promoção, pagarei R$ 9,90 por 12 meses!
Depois de todo o sofrimento do sábado, saímos da loja no domingo com um iPhone funcionando. Tudo correu muito bem com a Tim até as 18 horas da 2ª feira, quando surgiu na tela a mensagem “sem serviço” e o aparelho parou de fazer e receber ligações. Às 20 horas a situação era a mesma. Telefonei para o atendimento. Me disseram que a linha ainda estava em processo de habilitação e que o funcionamento deveria estar normalizado em cerca de duas horas. Às 22:30h voltei a ligar e a atendente tentou realizar um procedimento para acelerar o processo de habilitação, mas não conseguiu devido à lentidão no sistema. Na manhã de 3ª feira voltei a ligar e o atendente disse que teria que abrir um chamado técnico, uma vez que àquela altura a linha já deveria estar funcionando. Só não gostei do prazo: até 5 dias.
Na noite de 3ª o maridão chegou em casa e perguntou se a linha já funcionava. Como eu disse que não, ele pegou o telefone decidido a resolver o problema. Depois de mais de uma hora de tentativas, finalmente a atendente fez algo no sistema e meu iPhone voltou a ter serviço!
Desde então, não tive mais nenhum problema, nem com o aparelho, nem com a Tim. Do iPhone eu já sabia o que esperar, por ter usado um iPod touch por mais de um ano, e por tudo que já li na net. Corresponde perfeitamente às espectativas, apesar de ainda carecer de algumas coisinhas que talvez seja acrescentadas no futuro. Com o serviço da Tim estou bastante satisfeita, apesar do início meio problemático. O celular tem sinal em locais que a Claro não tem, como o salão de cabeleireiro que frequento e o apartamento da minha sogra, e ainda não enfrentei nenhum “erro de conexão”, que toda hora acontece com a Claro.
Sou, portanto, a feliz proprietária de um iPhone e cliente satisfeita da Tim. Espero continuar assim!
A saga do iPhone – parte 1
Às vezes simplesmente resolvo que quero um determinado gadget e não sossego enquanto não realizo a vontade. Há cerca de um mês bateu a vontade de ter um iPhone.
Logo que foi lançado, faltavam ao aparelho muitas coisas que na minha opinião são importantes. Com o tempo essas falhas foram supridas e achei que já era o momento de ter um.
No entanto, estava relutante por causa do preço. Li no Blog do iPhone que no Brasil a operadora com os melhores preços é a Tim. Outro dia fiz uma rápida pesquisa no shopping e constatei ser verdadeira a informação. Ainda assim, trata-se de um aparelho caro, mas que a Tim vende em 12 vezes sem juros no cartão de crédito. Tentador.
Aí no sábado retrasado fui ao shopping com o maridão para comprar uma torta de aniversário e também um iPhone, não necessariamente nessa ordem. Fomos direto à loja da Tim e procuramos o vendedor que havia nos atendido no outro dia. Para minha decepção, o aparelho tinha acabado. Novo carregamento seria entregue apenas na 5ª feira.
O maridão, que a essa altura, tinha se empolgado com a compra, me arrastou para as lojas da Vivo e da Oi, mas nenhuma tinha o aparelho. Passamos também na loja da Claro, mas estava super cheia.
Já desapontados, resolvemos tentar uma credenciada Claro, operadora da qual somos clientes. Comprando o aparelho no nosso plano, o valor não ficava tão diferente do iPhone pré-pago na Tim. A primeira pergunta que fiz ao vendedor foi bem clara e objetiva: “você tem iPhone 3GS de 16gb?”, ao que ele respondeu: “tenho”. Pacientemente sentamos e aguardamos por quase 1 hora que ele acabasse de atender uma família. Quando chegou nossa vez ele olhou uma tela no computador, olhou outra, e disse bastante sem graça: “no momento eu estou sem o aparelho…”. Aí eu fiquei pu%&! Um grupo de amigos estava me esperando numa festinha, esperando a mim e a torta, e depois de toda aquela espera, já estava praticamente atrasada para o aniversário. Se fosse pra me atrasar mas sair de lá com o iPhone, tudo bem, mas me atrasar e sair de mãos abanando porque o irresponsável do vendedor me respondeu que tinha o aparelho sem antes consultar o estoque! Ele ainda tentou se justificar, dizendo que havia voltado das férias naquele dia, mas não diminuiu minha raiva.
O maridão, tentando diminuri minha ira, me convenceu a passar na loja própria da Claro e no pré-atendimento garantiram que havia vários iPhones no estoque. Pegamos uma senha e aguardamos, aguardamos, aguardamos… Uma hora e dez minutos depois nos chamaram. O atendente consultou nosso plano e tals, aí começou a falar sobre pacote de dados. Expliquei a ele que já tenho um de 100mb e ele disse que precisaria de um para o iPhone. Em outras palavras, eu só poderia comprar o aparelho se contratasse junto um pacote de dados. Eu, que já estava “nos cascos”, perguntei a ele em tom provocador: “você está me dizendo que para comprar o iPhone sou obrigada a fazer um pacote de dados?” Ele, com medo de mim, pediu um momento e foi falar com alguém lá dentro. Eu já estava com o discurso pronto e o número do Procon na mão. Obrigar a contratar um serviço para comprar um aparelho é prática proibida pelo Código de Defesa do Consumidor e se chama “venda casada”. Para o bem do atendente, ele voltou com uma caixa de iPhone na mão e a resposta de que poderia fazer a venda sem o pacote de dados. Então pensei “ufa! acabou a novela, sairei daqui com um iPhone”. Pensei cedo demais. O atendente voltou para a tela do computador e ficou olhando pra ela. Perguntou para uma colega se estava conseguindo logar, perguntou para outro, e finalmente anunciou que o sistema estava fora do ar. “Pu%$ que pariu!”, pensei eu. Perguntamos a previsão de retorno. Não havia. Resultado, saímos de mais uma loja sem comprar o bendito. Fomos comprar a torta e chegamos mega atrasados no aniversário.
Continua…


