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07
02
2010
Viajando com seus bichos – updatePosted by: Rachel in PodPet, tags: animais, blog, férias, hospedagemVocês devem lembrar da série de posts em que falei sobre viajar com animais. Preparei os posts enquanto estava organizando a viagem de férias, dessa vez para o Rio Grande do Sul. Em vários momentos cheguei a citar essa viagem. Por isso achei que seria interessante fazer essa atualização para contar os pontos positivos e negativos. Passamos os primeiros dias em Porto Alegre, na casa de uns amigos queridos, que têm uma criação de schnauzers (estar numa casa cheia de barbudos foi o céu!). Depois passamos 4 dias em uma pousada em Gramado. Finalmente fomos para Imbé, para a casa de praia dos mesmos amigos, passar o Reveillon. Nosso roteiro foi essencialmente urbano, portanto, como disse aqui, não muito favorável aos turistas de 4 patas. Eu tinha a sensação que as cidades turísticas eram mais flexíveis com os cães, mas em Gramado, que é uma cidade totalmente turística, não foi assim. Não fizemos pacote, eu mesma planejei tudo. Como disse aqui, deu trabalho encontrar uma pousada em Gramado que aceitasse os animais, mas não foi impossível. Enviei muitos e-mails e no final tinha umas 4 para escolher. Optei pelo Sítio Quero Quero, não muito longe do Centro. Havia vários cães de pequeno porte hospedados, embora o local também aceite os grandes. Recomendo. Instalações ótimas, funcionários super simpáticos e prestativos, café da manhã show de bola, sem cobrança de taxa pelos pets. Em Porto Alegre existem muitos parques. Acabamos não levando os cães conosco nesses passeios, mas eles poderiam ter ido sem problemas. Em Gramado eles não puderam entrar em atrações ao ar livre, como o Mini Mundo e a Aldeia do Papai Noel. Não fomos aos parques de Canela, portanto não sei se lá haveria alguma restrição. Quando saímos sem eles, em Porto Alegre os deixamos no canil; em Gramado, ficaram na pousada dentro das caixas de transporte para evitar que latissem muito (eles ficam bem mais calmos dentro das caixas). Como disse aqui, viajamos pela Tam. Antes da viagem tive receio que fosse ter problemas. Quando informei que levaria os peludos, me disseram que até 24 horas antes do embarque receberia a confirmação. Telefonei uns dias antes e me disseram que Galileu e Annita estavam confirmados, Bruno ainda não. Telefonei 24 horas antes, e ainda não havia confirmação. 12 horas antes também não. Aí desisti de ligar e fui com os 3 para o aeroporto, preparada para armar um barraco se quisessem impedir o embarque do Bruno. Não houve qualquer problema. Um funcionário nos colocou numa fila preferencial para fazer o check in, que foi meio demorado, mas tranquilo. Annita viajou conosco na cabine, Galileu e Bruno no bagageiro. Eles foram as últimas “bagagens” a serem embarcadas, tanto no Rio quanto em Porto Alegre. Ficaram no ar condicionado do terminal até o último momento. No desembarque, foram as primeiras “bagagens” a serem retiradas e me foram entregues por um funcionário antes mesmo que as malas começassem a chegar. Recomendo a Tam para viajar com animais. Falei que estava com receio de embarcar os cães no bagageiro de uma aeronave, mas eles definitivamente não sofreram. Talvez tenham sentido um pouco de frio na viagem de volta depois que anoiteceu, pois mesmo dentro da cabine, senti que a fuselagem do avião ficou bastante fria. Ao desembarcarem eles estavam calmos, passando bem, perfeitamente normais. Annita, que não viajou em jejum, vomitou um pouco dentro da caixa de transporte. Foram bons momentos em família, que espero poder repetir no final desse ano. No BlogCampRJ participei de uma arena com a Alê Félix, do http://www.alefelix.com.br. Devido à natureza do BlogCamp, entrei no auditório no meio da desconferência e a ouvi falando para os blogueiros escreverem o que têm vontade, não aquilo que acham que os leitores vão gostar, mais ou menos isso. Foi inevitável que eu começasse a refletir sobre o meu próprio blog. Há alguns anos, quando pela primeira vez ouvi falar em blog, fiz um. Naquela época a definição de blog era “diário pessoal”. Assim comecei a escrever o meu, mas logo a brincadeira perdeu a graça e foi abandonada. Em 2006 os blogs já tinham outras finalidades. Um belo dia deu vontade e criei o Dizer o que?. Isso foi em 23/10/2006. Desde então venho escrevendo quando quero, sobre qualquer assunto que me vier à mente. Mudei do Blogger para o Wordpress. Mudei o template não sei quantas vezes. Durante esse tempo minha percepção sobre o blog também mudou. Comecei escrevendo mais pra mim mesma, sem me preocupar se alguém havia lido meu post. Depois instalei um contador e comecei a dar importância às estatísticas de acessos. Foi um processo natural, mas só prestei atenção nele depois de ouvir a Alê Félix. Não havia me dado conta de que no fundo estava tentando imaginar que assuntos os leitores achariam interessantes, que estilo de escrita agradaria mais. Durante a desconferência comecei a pensar: pra que isso? Se escrever o que os outros esperam, não serei eu mesma. Portanto, leitores, não se sintam menosprezados, mas saibam que de agora em diante não escreverei mais pensando em vocês, escreverei pensando em mim. Sintam-se à vontade para deixar suas opiniões nos comentários ou por e-mail. Lerei todas com carinho, mas continuarei escrevendo o que tiver vontade. Se gostarem, voltem sempre!
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