Posts Tagged “animais”

Foto: R7
Já falamos aqui sobre os animais que também estão sofrendo os efeitos das chuvas que caíram no Rio de Janeiro no início do mês. Muitos, assim como seus donos, ficaram desabrigados da noite para o dia e precisam de ajuda. Os donos perderam roupas, móveis, utensílios. Os animais também perderam suas coisinhas.
O Jornal O Globo noticiou que a Comissão de Defesa dos Animais, da Secretaria de Projetos Especiais de Niterói, deu início na segunda-feira, 12/04, a uma campanha de arrecadação de doações específicas para os animais. Serão recebidos rações, medicamentos, comedouros e cobertores.
As doações podem ser entregues das 10 às 16 horas, no 4º andar do Terminal Rodoviário Roberto Silveira, no Centro de Niterói (RJ), na Praça Fonseca Ramos, s/n.
Se você não pode ir a Niterói, leve as doações específicas para animais a um dos postos de coleta de doações para humanos. Para facilitar o trabalho dos voluntários que organizam as doações recebidas, separe em uma sacola apenas os itens para animais e identifique. Se preferir, o pet shop Mi-Au Piu-Piu, no bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro, se comprometeu a encaminhar as doações que receber.
Só não deixe de ajudar. Os humanos do Rio precisam de você e os animais também!
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Todo o país está chocado com os efeitos catastróficos das chuvas que atingiram o Estado do Rio de Janeiro esta semana. Eu voltava para casa após o trabalho na 2ª feira, quando a chuva começou a cair forte. O ônibus em que estava ficou retido em cima de um viaduto no bairro do Maracanã. Do alto, vi o Rio Maracanã inicialmente muito cheio e depois fora do leito. Permaneci cinco horas dentro do ônibus, mas cheguei em casa sã e salva. Nem todos os cariocas tiveram essa sorte. Muitos perderam suas casas, outros perderam suas vidas.
As emissoras de TV têm mostrado muitas histórias de pessoas que estão desabrigadas. Mas o que nenhuma delas fala é que junto com essas pessoas existem animais de estimação. O Portal Terra mostrou um desses animais, o Sailor, um cão resgatado no desabamento ocorrido ontem em Niterói.

Os humanos desabrigados estão precisando da nossa ajuda. Vários grupos e instituições estão recolhendo doações de alimentos e objetos para essas pessoas. Eles precisam de tudo, desde roupas, até escovas de dentes. Muitas delas irão para os abrigos temporários acompanhadas dos seus animais de estimação. ELES também precisam de tudo: ração, potes para comida e água, coleiras e guias, camas, medicamentos.
Os cidadãos do Estado do Rio e de outros estados estão fazendo doações para os desabrigados. Convido você, que está doando ou vai doar para os humanos, a doar para os animais também.
Até o momento desconheço grupos ou pessoas recolhendo doações específicas para animais, mas isso não há de ser empecilho. Quando levar doações para humanos em postos de coleta, inclua itens para os animais.
Você pode doar ração para cães adultos e filhotes, ração para gatos adultos e filhotes, ração para pássaros (evite misturas para pássaros porque estragam com facilidade), potes plásticos grandes, médios e pequenos, coleiras e guias de tamanhos variados, camas para cães e gatos, gaiolas para pássaros, jornais, vermífugos, antibióticos, anti-inflamatórios e antieméticos veterinários. Pode não ficar muito claro para quem fizer a separação das doações que esses últimos itens são para animais, por isso aconselho a separá-los em um saco plástico identificado com uma etiqueta “Para animais”.
Doe e divulgue essa idéia no seu blog, no Orkut, no Twitter, para sua família, seus amigos, seus colegas de trabalho. Se souber de algum grupo que esteja ajudando especificamente esses animais, informe nos comentários ou no formulário de contato. Prometemos divulgar.
Só não deixe de ajudar. Os animais desabrigados precisam de você!
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Galileu e Bruno em Imbé
Vocês devem lembrar da série de posts em que falei sobre viajar com animais.
Preparei os posts enquanto estava organizando a viagem de férias, dessa vez para o Rio Grande do Sul. Em vários momentos cheguei a citar essa viagem. Por isso achei que seria interessante fazer essa atualização para contar os pontos positivos e negativos.
Passamos os primeiros dias em Porto Alegre, na casa de uns amigos queridos, que têm uma criação de schnauzers (estar numa casa cheia de barbudos foi o céu!). Depois passamos 4 dias em uma pousada em Gramado. Finalmente fomos para Imbé, para a casa de praia dos mesmos amigos, passar o Reveillon.
Nosso roteiro foi essencialmente urbano, portanto, como disse aqui, não muito favorável aos turistas de 4 patas. Eu tinha a sensação que as cidades turísticas eram mais flexíveis com os cães, mas em Gramado, que é uma cidade totalmente turística, não foi assim. Não fizemos pacote, eu mesma planejei tudo.
Como disse aqui, deu trabalho encontrar uma pousada em Gramado que aceitasse os animais, mas não foi impossível. Enviei muitos e-mails e no final tinha umas 4 para escolher. Optei pelo Sítio Quero Quero, não muito longe do Centro. Havia vários cães de pequeno porte hospedados, embora o local também aceite os grandes. Recomendo. Instalações ótimas, funcionários super simpáticos e prestativos, café da manhã show de bola, sem cobrança de taxa pelos pets.
Em Porto Alegre existem muitos parques. Acabamos não levando os cães conosco nesses passeios, mas eles poderiam ter ido sem problemas. Em Gramado eles não puderam entrar em atrações ao ar livre, como o Mini Mundo e a Aldeia do Papai Noel. Não fomos aos parques de Canela, portanto não sei se lá haveria alguma restrição. Quando saímos sem eles, em Porto Alegre os deixamos no canil; em Gramado, ficaram na pousada dentro das caixas de transporte para evitar que latissem muito (eles ficam bem mais calmos dentro das caixas).
Como disse aqui, viajamos pela Tam. Antes da viagem tive receio que fosse ter problemas. Quando informei que levaria os peludos, me disseram que até 24 horas antes do embarque receberia a confirmação. Telefonei uns dias antes e me disseram que Galileu e Annita estavam confirmados, Bruno ainda não. Telefonei 24 horas antes, e ainda não havia confirmação. 12 horas antes também não. Aí desisti de ligar e fui com os 3 para o aeroporto, preparada para armar um barraco se quisessem impedir o embarque do Bruno. Não houve qualquer problema. Um funcionário nos colocou numa fila preferencial para fazer o check in, que foi meio demorado, mas tranquilo. Annita viajou conosco na cabine, Galileu e Bruno no bagageiro. Eles foram as últimas “bagagens” a serem embarcadas, tanto no Rio quanto em Porto Alegre. Ficaram no ar condicionado do terminal até o último momento. No desembarque, foram as primeiras “bagagens” a serem retiradas e me foram entregues por um funcionário antes mesmo que as malas começassem a chegar. Recomendo a Tam para viajar com animais.
Falei que estava com receio de embarcar os cães no bagageiro de uma aeronave, mas eles definitivamente não sofreram. Talvez tenham sentido um pouco de frio na viagem de volta depois que anoiteceu, pois mesmo dentro da cabine, senti que a fuselagem do avião ficou bastante fria. Ao desembarcarem eles estavam calmos, passando bem, perfeitamente normais. Annita, que não viajou em jejum, vomitou um pouco dentro da caixa de transporte.
Foram bons momentos em família, que espero poder repetir no final desse ano.
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Você já viajou com seu cachorro? Não? Acha que será muito complicado? Eu te mostrei que não.

Depois dessa série de posts, espero ter te mostrado que nas próximas férias, seu peludo não precisa ficar no hotelzinho, você pode levá-lo com você!
Galileu e Bruno já tiveram muitas aventuras nas férias: foram à praia, passearam de barco, visitaram museu, galeria de arte e monumentos históricos, viram de perto cavalos, galinhas, patos e bois, fizeram trilha pelo mato, colocaram tererê na feirinha de artesanato, enfim tiveram experiências que não teriam no dia-a-dia.
Em dezembro vão incluir no currículo uma viagem de avião, uma visita à família canina do Bruno, e passeios pela Serra Gaúcha.
Mas se pudessem falar, diriam que a melhor coisa foi ficarem ao lado da família. Para o seu peludo, esse será sempre o melhor lugar do mundo!
P.S. 1: Todas as fotos que ilustraram essa série de posts foram tiradas durante viagens de férias.
P.S. 2: Se deixei de falar sobre alguma coisa, se ficou alguma dúvida, deixe um comentário ou entre em contato pelo formulário no blog.
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Você já viajou com seu cachorro? Não? Acha que será muito complicado? Vou te mostrar que não.

Você e seu pet já sabem tudo que precisam para viajar pelo Brasil. Mas e se você estiver a fim de ultrapassar as fronteiras nacionais e viajar para o exterior?
Não é muito diferente, só um pouco mais burocrático.
Em primeiro lugar é preciso providenciar a GTA (Guia de Transporte Animal), emitida por veterinário credenciado.
Em segundo lugar é preciso pesquisar as exigências feitas pelo país de destino. Existem países, por exemplo, que não permitem a entrada de cães com cauda ou orelhas cortados. A vacina anti-rábica e o atestado de saúde são exigências comuns a todos, mas dependendo do país, outras vacinas podem ser necessárias.
É bom lembrar que o atestado de saúde é válido por um período determinado (para viagens nacionais, 10 dias de validade). Por isso, dependendo do tempo de permanência no destino, pode ser necessário obter outro atestado no lugar em que você e seu pet estiverem.
Informe-se não apenas sobre o que é necessário para ir, como também o que é necessário para voltar. Vi na TV há alguns meses o caso de uma brasileira que residia nos Estados Unidos e quando resolveu voltar para o Brasil trouxe o papagaio africano que tinha comprado lá. Ela foi à Embaixada e providenciou a documentação que informaram ser necessária. Quando desembarcou no Rio o animal ficou retido no aeroporto sob a alegação de que deveria passar por uma quarentena por ser silvestre. A mulher estava desesperada e foi na televisão pedir ajuda, porque o bicho estava no aeroporto e os caras do IBAMA não permitiam que ela o alimentasse. Absurdos que acontecem no Brasil.
O próximo será o último post da série. Aguardem!
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Você já viajou com seu cachorro? Não? Acha que será muito complicado? Vou te mostrar que não.

Só mais um tópico para encerrar a questão das viagens de avião: a caixa de transporte.
As companhias aéreas fazem exigências em relação a ela. Em primeiro lugar, deve ser feita de plástico resistente. Essa informação consta nos sites das empresas. No entanto, já vi num blog por aí a foto de uma senhora que viajou de avião com um pequeno yorkshire num transporte de tecido (muito chique, por sinal). Talvez as cias. sejam flexíveis com relação ao material se o animal for pequeno. Na dúvida, plástico.
Como já disse antes, a caixa deve permitir que o pet fique de pé e que dê uma volta completa em torno de si mesmo.
Em geral essas caixas são desmontáveis, mas na hora do embarque devem estar completamente montadas, com todas as presilhas e com porta de grade.
Falando em porta, algumas empresas só aceitam caixas de certos fabricantes. Não encontrei nenhuma justificativa para isso, mas acredito que o problema sejam justamente as portas. As caixas Vari Kennel, fabricadas pela Petmate, são homologadas por todas as companhias aéreas. Elas diferem das outras principalmente pelas portas e pelas travas que as fecham. Comprei caixas dessa marca para a viagem, mas tenho uma nacional da marca Clonadi, cuja porta é feita de um metal fino, com uma pequena trava horizontal. Uma semana antes da Vari Kennel chegar, Bruno descobriu como abrir a porta da Clonadi. Não, ele não é um gênio, muitos cães descobrem isso porque a porta é fraca e a trava não garante o fechamento.
Outra coisa importante é o sistema de fechamento da caixa. Como todas de plástico são desmontáveis, algumas são fechadas com parafusos, outras com presilhas plásticas. Tenho uma Gulliver que utiliza esse sistema. Ela está nova e bem firme, mas acredito que depois de um tempo de uso, o desgaste natural do material torne a presilha sujeita a abertura acidental. O mesmo não contece com parafusos.
Já imaginou a dor de cabeça para os funcionários se o cão abre a porta e começa a correr solto pelo porão da aeronave? Já imaginou se a caixa abre e o seu pet querido foge?! Por isso, não economize na compra do transporte!
Finalmente, não coloque nenhum objeto dentro da caixa, junto com o peludo. Ele poderá se machucar.
No próximo post, viagens internacionais!
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Você já viajou com seu cachorro? Não? Acha que será muito complicado? Vou te mostrar que não.

No post anterior contei que escolhi a Tam para levar meus filhotes para o Rio Grande do Sul nas próximas férias.
Confesso que estou com um certo receio de embarcar Galileu e Bruno no porão de um avião. Bruno veio do canil de avião, mas era muito pequeno, com certeza não lembra mais. Galileu nunca viajou assim. Que eles ficarão assustados é certo, só espero que sejam bem cuidados.
Quando estava fazendo pesquisas na Internet para a viagem, li um tópico no Orkut sobre um bulldog que morreu ao ser transportado num avião. Infelizmente, os donos não informaram a causa da morte. Prefiro acreditar que o transporte foi feito adequadamente e que o cão faleceu por algum problema de saúde, ou mesmo por ser braquicéfalo e por isso não ter suportado as condições normais da viagem. Ao ler isso, comecei a procurar outros relatos semelhantes, mas não encontrei. Por isso acredito que tenha sido um fato extraordinário e espero que meus cães cheguem bem em Porto Alegre.
Minha maior preocupação era com Annita, em razão da idade avançada. Antes de comprar as passagens levei-a ao veterinário e perguntei se poderia fazer a viagem. Considerando que ela vai na cabine comigo e que, apesar dos 16 anos, a saúde dela é boa, ele liberou. Se você tem um animal idoso ou com alguma condição especial de saúde, faça o mesmo. Se o vet não liberar, não viaje. É melhor não arriscar a vida do seu peludo amado.
No mais, valem os conselhos anteriores. Alimentação leve e água antes da viagem. Ao desembarcar, logo ofereça água e permita que o cãozinho saia da caixa de transporte para fazer xixi.
Conselhos para o dono: controle sua ansiedade para não deixar o peludo nervoso rsrs
Até o próximo post.
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Você já viajou com seu cachorro? Não? Acha que será muito complicado? Vou te mostrar que não.

Já contei da minha pesquisa na Internet sobre companhias aéreas que transportam animais. Agora vou dizer qual escolhi.
Acabei optando pela Tam. Embora não fosse a passagem mais barata (para humanos), era a mais flexível nesse assunto. O limite para transporte na cabine é de 10kg (animal + caixa de transporte). Entre 10 e 40kg o pet será transportado no bagageiro. Acima desse peso, somente como carga. Na época li em algum lugar do site que o limite era de dois animais por vôo, mas me permitiram fazer a reserva para os três.
Annita viajará na cabine, mas só se estiver numa caixa com no máximo 25cm de altura, para caber sob o banco, onde deverá ficar durante todo o vôo. Galileu e Bruno irão no porão, cada um em um transporte.
Por cada animal será cobrado R$ 90,00. Além disso, é fixada uma taxa de 0,5% da tarifa do trecho a ser voado, multiplicado pelo peso total (pet + caixa). No meu caso não sairá barato, pois vou transportar três.
Algumas exigências são comuns a todas as companhias. A caixa de transporte deve ter tamanho suficiente para que o animal fique em pé e possa dar uma volta completa em torno de si mesmo. É necessária a apresentação de atestado de saúde e de vacinação anti-rábica aplicada há mais de 30 dias e há menos de 12 meses.
A Tam informa no site que o embarque do pet deverá ser solicitado através da Central de Atendimento até 48 horas antes do vôo. Preferi não correr nenhum risco e fiz a solicitação mais de 30 dias antes. A atendente disse que até 24 horas antes do vôo a cia. entrará em contato comigo para confirmar o embarque dos peludos. Caso aconteça algum problema, a atendente afirmou que poderei transportá-los como carga na mesma aeronave em que eu estiver.
Precisarei me apresentar no aeroporto com 1:30 horas de antecedência, para fazer o check in da bicharada e pagar as taxas.
Já estou até ouvindo a gritaria do Bruno quando levarem a caixa. Meu schnauzer é muito apegado a mim e também é muito escandaloso. Essas características juntas resultam numa gritaria absurda toda vez que me afasto dele kkkkkk
Mais sobre viagem de avião? No próximo post!
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Você já viajou com seu cachorro? Não? Acha que será muito complicado? Vou te mostrar que não.

Então você escolheu um destino em que não dá pra chegar de carro e vai viajar de avião.
É o que farei esse ano. Até pensei em ir de carro para o Rio Grande do Sul para que os animais não tivessem que viajar de avião, mas quando o Google me informou que seriam mais de 21 horas de estrada, desisti.
Usando a Internet, fiz uma pesquisa nas principais companhias aéreas brasileiras e descobri algumas informações importantes.
A Gol limita a dois animais por vôo, exceto se forem filhotes da mesma ninhada. Os animais são transportados como carga, através da GolLog. O site não informa se poderão viajar na cabine, apenas diz que maiores informações devem ser obtidas por telefone, junto à GolLog (meio antiquado isso na era digital, não?). Não cheguei a consultar, mas acredito que a tarifa para transporte como carga seja menor do que a das outras empresas que não transportam dessa forma.
A Azul anuncia com destaque no site que animal viaja na cabine com o dono, mas limita o peso total (animal + caixa de transporte) a 5kg e fixa as dimensões máximas do transporte. Na mesma página está escrito que o pet não viaja no porão. Logo, conclui-se que a Cia. só transporta animais de pequeno porte (pequeno meeeeesmo). O número máximo de animais por vôo é três.
A Ocean Air segue o mesmo padrão da Azul, limitando a 5kg (bicho + caixa de tranporte), e diz expressamente no site que não leva animais que não possam viajar na cabine. A diferença é que apenas um peludo será aceito por vôo.
Quer saber qual empresa escolhi? Aguarde o próximo post.
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Você já viajou com seu cachorro? Não? Acha que será muito complicado? Vou te mostrar que não.

Você já sabe quase tudo sobre viajar de carro com seu companheiro de 4 patas. Só faltou falar sobre uma coisa: a temperatura.
No sol, a temperatura dentro de um automóvel pode ficar muito alta, mesmo com o veículo em movimento. Alguns animais são mais sensíveis ao calor do que outros. Galileu, por exemplo, quase tem um treco enquanto espera o ar condicionado refrescar o carro no verão. Por isso, a melhor coisa para viajar de carro em lugares quentes (ou seja, quase todo o Brasil) é ligar o ar condicionado. Quando parar, dê água gelada, que ajuda a regular a temperatura do corpo do peludo. E se notar que ele não tá legal, que tá arfando demais ou muito agitado com o calor, pare tudo e coloque uma garrafinha de água gelada na barriga dele. Esses podem ser sintomas de hipertermia. A temperatura do corpo sobe demais e o animal morre. A água ajuda a baixar a temperatura, mas tem que ser na barriguinha, onde tem menos pelo e o geladinho entra em contato direto com a pele. Não precisa abrir a garrafa, é só deixar encostada na barriga dele até que esteja bem.
Falando em hipertermia, nunca deixe o peludo no carro parado no estacionamento, a não ser que esteja na Europa, no inverno. Se bebês esquecidos no carro morrem (vemos isso toda hora nos jornais), claro que para animais o efeito será o mesmo.
Finalmente, não deixe o peludo viajar na janela, com as orelhinhas ao vento, por mais que ele goste disso. É perigoso porque pode ser atingido por outro veículo em movimento, ou por algum lixo jogado pela janela pelo motorista mal educado do carro da frente. Se nada disso acontecer, ele ainda pode desenvolver uma infecção nos ouvidos por causa do vento.
No próximo post, viajando de avião!
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