Dizer o que?

Um blog sobre cotidiano, vida e direito

Rumo a New York – parte 4


Foto: Dom Dada

A idéia dessa série de posts é ajudar aqueles que, como eu, pretendem viajar. Tenho encontrado muitos sites e blogs de brasileiros que, através de suas experiências pessoais, dão dicas para outros viajantes. Acredito que posso dar minha contribuição nesse universo de informações.

No post anterior contei como conseguimos vistos de entrada nos Estados Unidos. Houve momentos em que duvidei que fossemos conseguir viajar, mas de posse dos vistos, metade do caminho já estava percorrido.

Passamos então à segunda fase: comprar as passagens.

Voltei a ligar para minha consultora de viagens, avisei que já tínhamos os vistos e informei as datas em que planejávamos ir e voltar. Minutos depois ela me ligou de volta dizendo que já tinha conseguido fazer reservas em um vôo Rio – New York direto. Me passou os valores das passagens e avisou que eram mais baratas por não darem direito a remarcação de datas.

Pedi a ela que verificasse o valor das passagens com direito a remarcação. Como a diferença não era tão grande assim, optei por estas.

Aqui vale uma consideração sobre compra de passagens e agentes/consultores de viagens.

Nos tempos atuais de “faça você mesmo pela Internet”, temos a sensação de que não precisamos mais de agentes de viagens. Não é bem assim.

Para começo de conversa, encontrar os melhores preços, as companhias mais confiáveis e conciliar tudo isso com a data em que pretendemos viajar é trabalhoso. Sei porque eu mesma comprei as passagens para a viagem do ano passado.

Depois vem a questão dos detalhes. Recentemente um amigo teve problemas com uma companhia aérea porque não leu as “letras miúdas”. Comprou passagens numa promoção e quando precisou remarcar, descobriu que a taxa de remarcação era mais cara do que a passagem.

O (bom) agente de viagens irá informar todos os detalhes ANTES de te vender as passagens, assim você evitará furadas. Foi o que a minha consultora fez, evitando que comprasse uma passagem um pouco mais barata, mas que não me daria direito a remarcação, ou seja, se na época da viagem tivesse algum problema e não pudesse embarcar, perderia o dinheiro (sim, isso existe).

Em seguida tem a questão do know-how. O consumidor tende a procurar passagens na Internet pelas datas em que pretende ir e voltar. O (bom) agente de viagens saberá que às vezes um dia a mais ou a menos no destino fará uma diferença grande no valor a ser pago. Mais uma vez foi o que me aconteceu. Pretendia embarcar dia 17 de dezembro, mas minha consultora encontrou passagens mais em conta no dia 16.

Finalmente, agentes/consultores de viagens não significarão uma despesa a mais no seu orçamento. Na realidade, a comissão do agente de viagens já está embutida no valor da passagem, você irá pagar utilizando ou não o serviço.

Até o próximo post!

Category: Dizer o que

Your email address will not be published. Required fields are marked *

*