Dizer o que?

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Rumo a New York – parte 3


Foto: Stuck in Customs

A idéia dessa série de posts é ajudar aqueles que, como eu, pretendem viajar. Tenho encontrado muitos sites e blogs de brasileiros que, através de suas experiências pessoais, dão dicas para outros viajantes. Acredito que posso dar minha contribuição nesse universo de informações.

No post anterior contei sobre o desespero que bateu quando agendei entrevista para o visto de entrada nos Estados Unidos. A data conseguida era posterior à data em que pretendia viajar.

Como não me deixo abater por contratempos, fui atrás de alguém que pudesse ajudar. Falei com uma prima que viajou para New York há pouco tempo e descobri que a filha dela conhecia um despachante. O azar foi que a filha ESTAVA nos Estados Unidos. Precisei esperar que ela voltasse para conseguir o telefone do cara.

Liguei pra ele, contei que já havia pago os R$ 38,00 e que já tinha um agendamento. Ele me pediu uns dados pessoais e disse que voltaria a entrar em contato. Dias depois ele me ligou. Disse que já havia cancelado o agendamento para 29/12 e que teria que pagar novamente a taxa de R$ 38,00, com o que concordei. Dias depois ele ligou novamente para informar que havia agendado nossas entrevistas para outubro. Uhu!

Nos enviou por e-mail um questionário com as informações que necessitaria para preencher o formulário exigido pelo consulado e pediu que enviássemos fotos 5x7cm digitalizadas. Fizemos tudo e depositamos na conta dele o valor da taxa cobrada pelo consulado para as entrevistas.

No dia marcado, encontramos o despachante na porta do consulado às 7:15h e ele explicou que dali para a frente estaríamos por nossa conta. Não havia nada que ele pudesse fazer para garantir que conseguiríamos os vistos. Às 7:30h vieram funcionários de uma empresa prestadora de serviços, retirando da fila todos que estavam agendados para aquele horário. Lá fomos nós, com o comprovante do agendamento, foto e comprovante do pagamento em mãos.

É permitido entrar no consulado com bolsa/mochila, mas não é permitido entrar com celular. Todos que portavam volumes tiveram que passar a bolsa pelo raio-x. Todas as pessoas passaram pelo detetor de metais.

Numa espécie de auditório, recebemos uma senha e aguardamos o atendimento. Passamos por um guichê em que foram registradas nossas impressões digitais, depois fomos para a fila da entrevista. O entrevistador era americano. Perguntou qual era a relação entre eu e meu marido e dissemos que somos casados. Perguntou se já havíamos visitados os Estados Unidos e o que fazemos para viver. No final informou que nossos vistos haviam sido concedidos. Notei que as perguntas são diferentes, talvez conforme o entrevistado, talvez conforme o entrevistador.

Me haviam aconselhado a levar documentos que comprovassem nossos laços com o Brasil e nosso propósito de voltar. Levamos contracheques de todos os empregos do meu marido, certidão de nascimento da filha dele, minha declaração de renda, documento do carro, financiamento do apartamento, etc, etc, mas o entrevistador não pediu nenhum documento.

Antes de sair fomos ao balcão da TNT para deixar paga a taxa para devolução dos passaportes. Não é permitido retirar o passaporte no consulado.

Saímos do consulado por volta de 10 horas. O despachante nos esperava do lado de fora. Fizemos o pagamento do serviço dele e agradecemos.

Passo a passo do visto, retirado do site da Embaixada Americana:

1 – Pague a taxa de R$38,00. Essa taxa é obrigatória e permitirá que faça o seu agendamento para a entrevista e tenha acesso à informações gerais. O pagamento dessa taxa pode ser feito através do website www.visto-eua.com.br 

2 – Obtenha as informações e faça o seu agendamento através do website www.visto-eua.com.br

3 – Preencha o formulário de solicitação de visto DS-160

4 – Pague a taxa de solicitação de vistos no Citibank, em espécie e apenas em Reais. Clique aqui para determinar o valor a ser pago

5 – No dia da entrevista compareça à Embaixada ou ao Consulado com a página de confirmação do formulário DS-160, uma foto 5×5 ou 5×7 cm e os documentos recomendados

6 – Dependendo do tipo de visto, pode ser que você precise pagar uma taxa extra. Se esse for o caso e seu visto for aprovado, você deverá pagar essa taxa, imediatamente após a entrevista, no Caixa da Embaixada ou do Consulado. O valor dessa taxa dependerá do tipo de visto solicitado e de sua cidadania. O pagamento pode ser feito em espécie (dólares ou reais) ou cartão de crédito internacional

7 – Pague a taxa de envio de seu passaporte ao serviço de entrega expressa antes de sua saída da Embaixada ou Consulado

Até o próximo post!

Rumo a New York – parte 2


Foto: andrew mace–

A idéia dessa série de posts é ajudar aqueles que, como eu, pretendem viajar. Tenho encontrado muitos sites e blogs de brasileiros que, através de suas experiências pessoais, dão dicas para outros viajantes. Acredito que posso dar minha contribuição nesse universo de informações.

Como contei no post anterior, em agosto mesmo conseguimos que meu marido tirasse passaporte. Uns dias depois que ele foi atendido na Polícia Federal, voltamos ao Posto para retirar o documento. Não havia horário marcado, apenas dia. Chegamos lá no início da tarde de uma 3ª feira e o lugar estava lotado! Eram distribuidas senhas numeradas para quem iria retirar o passaporte. Meu marido pegou um número e havia cerca de 300 pessoas antes dele!

Achei que seria coisa rápida, por isso levei Galileu comigo para depois levá-lo direto ao laboratório para fazer exame de urina. A fim de utilizar melhor o tempo, almoçamos, deixei o maridão no aeroporto e fui com Galileu para o laboratório. Ele fez o exame e o deixei em casa. Voltei para o aeroporto e ainda faltavam muitos números. Fizemos um lanche e continuamos esperando. Já era noite quando chegou a vez dele.

Dica: a entrega do passaporte não é feita a terceiros, somente ao próprio, que deve apresentar documento de identidade.

Depois de um dia cansativo no aeroporto, ao chegar em casa fui animadamente ao site http://www.visto-eua.com.br/agendamento-web/index.jsp?locale=pt_BR a fim de fazer o agendamento para o visto de entrada nos Estados Unidos.

Para começo de conversa, literalmente, é necessário pagar uma taxa de R$ 38,00 APENAS para acessar o sistema de agendamentos. Paguei com cartão de crédito e imediatamente tive o acesso liberado. A boa notícia é que se você vai viajar com marido e filhos, não precisa pagar R$ 38,00 para cada um, paga uma vez só e faz um agendamento familiar (se não me falha a memória, até 5 pessoas no mesmo grupo).

Dias antes já tinha visitado o site e verificado que somente 4 cidades brasileiras possuem consulados/embaixada onde os vistos são emitidos: Brasília, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo. Se você vive em outra cidade, terá que viajar até uma delas. 

No site é informado o tempo médio de espera para agendamento em cada uma das cidades. O tempo médio no Rio era de quase 100 dias, o de São Paulo era de cerca de 30 dias. Por isso já estava considerando a possibilidade de agendar a entrevista em São Paulo e fazer um “bate-volta” por lá. Quando finalmente acessei o sistema para fazer o agendamento, descobri que o Consulado de São Paulo somente atende residentes naquele Estado e nos Estados do Sul. Vi que não teria outra saída além de agendar no Rio mesmo e torcer para dar sorte de conseguir uma data próxima.

Com passaportes à mão (é obrigatório informar o número de cada passaporte para iniciar o acesso), entrei no sistema. Imaginem qual não foi meu desespero ao descobrir que só havia horário disponível para agendamento em 29/12! Não poderia mais viajar na data pretendida, 16/12!

Atualmente, o tempo de espera para Brasília é de 93 dias, para Recife 79 dias, para Rio e São Paulo 108 dias. Portanto, programe-se para agendar a entrevista para o visto bem antes da data em que pretende viajar!

Dica: o visto de turista é válido por 10 anos, portanto, se você pretende um dia viajar, tire o passaporte e requisite o visto quando tiver uma graninha sobrando, mesmo que não esteja com a viagem programada. Quando resolver/puder viajar, não terá que correr contra o tempo.

Até o próximo post!

Rumo a New York – parte 1


Foto: Grufnik

Em agosto deste ano surgiu a idéia de passarmos, eu e meu marido, férias em New York.

Há 12 anos passei férias em Washington/New York com meu pai, e nunca mais voltei. É uma viagem cara, mas como esse ano temos hospedagem com amigos, tornou-se viável.

A primeira coisa que fiz foi ligar para minha consultora de viagens. Antes de me arrumar passagens, ela disse que deveríamos primeiro conseguir os vistos de entrada nos Estados Unidos. Aí começou a parte difícil da viagem.

A idéia dessa série de posts é ajudar aqueles que, como eu, pretendem viajar. Tenho encontrado muitos sites e blogs de brasileiros que, através de suas experiências pessoais, dão dicas para outros viajantes. Acredito que posso dar minha contribuição nesse universo de informações.

Se você, leitor, pensa um dia viajar para os Estados Unidos, precisará de um passaporte. Esse é o primeiro passo.

Quando viajei com meu pai, foi muito simples tirar passaporte. Descobri que não é mais tão fácil.

Hoje em dia a coisa toda começa na Internet, com o preenchimento da  solicitação on line e depois a impressão da GRU (que deverá ser paga antes do comparecimento à Polícia Federal). Em seguida é necessário fazer um agendamento para comparecimento à PF.

Como disse antes, tomamos a decisão de viajar em agosto, mas só consegui agendar meu marido (eu já tinha passaporte) para outubro! Perto demais da época da viagem!

Como no site consta a informação de que em caso de urgência é possível procurar diretamente o posto da PF, reunimos os documentos necessários e fomos ao Posto do Aeroporto. Lá descobrimos que uma viagem no final do ano não é considerada caso de urgência. Mas ao menos conseguimos antecipar o atendimento para setembro no computador disponível para o público, ligado diretamente à intranet da PF.

Antes de ir embora, resolvi voltar no balcão de informações e, como a atendente foi com a minha cara, deu uma dica de ouro! Era uma 3ª feira e ela nos disse para entrar no site novamente na 5ª feira, pois nesse dia a funcionária responsável abre novas datas para atendimento. Perguntei se deveria acessar o site logo cedo, mas ela disse que a funcionária abre as vagas quando chega no trabalho, às 10 horas, ou quando volta do almoço, às 14 horas.

Na 5ª feira voltei no site às 10h e não havia novas vagas. Precisava sair à tarde, mas antes, exatamente às 14h, entrei no site e havia vagas para uma data próxima em agosto. Estranhei os horários, que apareciam como 5:00, 5:15, 5:30… Achei que deveria ser um erro do sistema e recarreguei a página. Quando abriu, o horário de 5:30 já não estava mais disponível. Corri e agendei 5:15, mas resolvi ligar depois para confirmar se não era 17:15, e descobri que não.

No dia marcado, lá fomos nós para o aeroporto às 5 da manhã! Ao menos o Posto estava bem tranquilo, quase vazio, e o atendimento foi rápido. Às 6 horas já havia terminado.

Uma dica: não é preciso levar foto. Você será fotografado com uma câmera digital na hora. Meninas, não esqueçam de fazer uma maquiagem leve e pentear os cabelos :-)

Até o próximo post!

Flashback


(Now photo by Ron Galella/WireImage)

Já fiz muita gozação com festas de flashback. Ontem mudei de idéia.

Sempre gostei de dançar. Quando era criança colocava um disco na vitrola (velha!) e dançava na sala de casa. Cresci um pouco e fui fazer jazz. Amei. Na adolescência minha mãe não deixava ir nas matinês das então chamadas discotecas. Por sorte a garotada da vizinhança adorava organizar “festas americanas”. Alguém trazia para o salão do prédio um aparelho de som e uns discos (de vinil), cada um levava um prato de doce ou salgado, e estava armada a festa. O pessoal ia com a intenção de se arrumar, eu ia para dançar. Quando completei 18 anos não precisava mais de permissão de mãe e passei a frequentar as já denominadas danceterias. Se o namorado fosse junto era bom, se não fosse não era problema. Tive um namorado que não gostava de dançar. A gente chegava na danceteria, ele ia pra pista comigo e dançava umas duas músicas, depois sentava e eu passava o resto da noite dançando sozinha. Aí casei e parei de ir em danceterias. Para matar a vontade de dançar só aproveitando as festas de casamento.

Em julho completei 40 anos e resolvi dar uma chance a uma festa de flashback. Afinal seria uma oportunidade para dançar. Saí de lá me perguntando porque não fiz isso antes!

Foi engraçado e ao mesmo tempo revelador ver todas aquelas pessoas da minha idade ou mais velhas que eu, dançando como se o tempo não houvesse passado. Embora gostem de dançar, todas pararam de fazer isso há algum tempo, por um ou por outro motivo.  Dançar em danceteria não é a mesma coisa para elas, as músicas são diferentes e desconhecidas. Não tenho nada contra música eletrônica, até gosto, mas muita gente não consegue gostar.

A festa de flashback permite aos “coroas” num passe de mágica ignorarem a passagem do tempo. Ninguém os olhava com ar de “tá perdido aqui, tio?”, as músicas eram conhecidas e agradáveis aos ouvidos. Vale mencionar que a década que levou menos dançarinos à pista foi a de 90. Foram tocadas apenas umas cinco músicas dos anos 90, mas meu marido, por exemplo, só conhecia umas duas delas. 

A única coisa que essa “mágica” da festa de flashback não consegue fazer é apagar os efeitos da idade no dia seguinte. Meu marido acordou cheio de dor nas costas e eu com o joelho inchado. Ainda assim, valeu a pena.

Para advogados

Recebi por e-mail e não sei quem é o autor (se alguém souber me avise para que eu possa dar o merecido crédito), mas PRECISAVA compartilhar. Rolei de rir!

Casal de Juristas Discutindo a Relação

Desajeitado, o magistrado Dr. Juílson tentava equilibrar em suas mãos, a cuia, a garrafa térmica, um pacotinho de biscoitos e a pasta de documentos.

Estava se dirigindo para o seu gabinete, quando deparou-se com sua esposa, a advogada Dra. Themis, que já o observava há minutos. O susto foi tal que cuia, erva e documentos foram ao chão. O juiz franziu o cenho, pronto para praguejar, quando viu que a testa da mulher era ainda mais franzida que a sua.

Por se tratarem de juristas experientes, o diálogo litigioso que se seguiu
obedeceu aos mais altos padrões de erudição processual.

– Juílson! Eu não agüento mais essa sua inércia. Eu estou carente, carente de ação, entende?

– Carente de ação? Ora, você sabe muito bem que, para sair da inércia, o Juízo precisa ser provocado e você não me provoca, há anos. Já eu dificilmente inicio um processo sem que haja contestação.

– Claro, você preferia que o processo corresse à revelia. Mas não adianta, tem que haver o exame das preliminares, antes de entrar no mérito. E mais, com você o rito é sempre sumaríssimo, isso quando a lide não fica pendente… Daí é que a execução fica frustrada.

– Calma aí, agora você está apelando. Eu já disse que não quero acordar o apenso, no quarto ao lado. Já é muito difícil colocá-lo para dormir. Quanto ao rito sumaríssimo, é que eu prezo a economia processual e detesto a morosidade. Além disso, às vezes até uma cautelar pode ser satisfativa.

– Sim, mas pra isso é preciso que se usem alguns recursos especiais. Teus recursos são sempre desertos, por absoluta ausência de preparo.

– Ah, mas quando eu tento manejar o recurso extraordinário você sempre nega seguimento. Fala dos meus recursos, mas impugna todas as minhas tentativas de inovação processual. Isso quando não embarga a execução.

Mas existia um fundo de verdade nos argumentos da Dra. Themis. E o Dr. Juílson só se recusava a aceitar a culpa exclusiva pela crise do
relacionamento. Por isso, complementou:

– Acho que o pedido procede, em parte, pois pelo que vejo existem culpas concorrentes. Já que ambos somos sucumbentes vamos nos dar por reciprocamente quitados e compor amigavelmente o litígio.

– Não posso. Agora existem terceiros interessados. E já houve a preclusão consumativa.

- Meu Deus! Mas de minha parte não havia sequer suspeição!

– Sim. Há muito que sua cognição não é exauriente. Aliás, nossa relação está extinta. Só vim pegar o apenso em carga e fazer remessa para a casa da
minha mãe.

E ao ver a mulher bater a porta atrás de si, Dr. Juílson fica tentando
compreender tudo o que havia acontecido. Após deliberar por alguns minutos, chegou a uma triste conclusão:

– E eu é que vou ter que pagar as custas…

City Dog na RioVet

Esta semana aconteceu no Riocentro a 10ª edição da RioVet, feira de produtos veterinários.

Quase toda a Equipe City Dog foi junta ao evento.

Na saída, o pessoal se empolgou com uns painéis para fotos.

Resta saber “onde está Robson?”

Etiqueta virtual

Eu sou do tempo em que ter etiqueta era dizer por favor e obrigado, e comer de boca fechada.

Nos atuais tempos de vida virtual, ter etiqueta ficou mais complicado, a ponto de valer uma notícia da Reuters, publicada na Info on line, sobre Como recusar amigos no Facebook sem ofender.

Lendo a noticia, cheguei à conclusão que sou uma mal educada virtual. Não sou do tipo de repassa correntes e pps, muito pelo contrário. Cadastro como spam quem envia esse tipo de coisa reiteradamente. E faço sem a menor dor na consciência. Do mesmo modo, ignoro pedidos de amizade no Orkut e no Facebook de gente que não conheço ou que gostaria de não conhecer. Confesso que tenho contatos no Orkut que vejo e penso “quem é essa criatura?” Mas isso é porque na euforia inicial, adicionava qualquer um que pedisse. Quando criei a conta no Facebook já havia mudado a política de pedidos de amizade e por isso sei exatamente quem são meus contatos (uma meia dúzia).

E você? É um mal educado virtual ou saca tudo de etiqueta?

66,3 milhões

O Ibope Nilsen Online informou que em 2009 no Brasil 66,3 milhões de pessoas acessaram a Internet.

Só quem nasceu num mundo sem Internet, sabe o quanto ela é importante no acesso à informação. Eu fiz escola e duas faculdades sem Internet. Pra fazer trabalhos e estudar a gente tinha que ir à biblioteca. No entanto, pelo que vejo hoje em dia, quem poderia aprender com a Internet, usa para ler fofocas, acessar Orkut e MSN. E só.

A pesquisa do Ibope afirma que a maior parte das pessoas tem acesso à Internet no trabalho.

Juntando esses fatos, não dá pra não pensar em quanto tempo os empregados estão deixando de trabalhar nas empresas para fazerem coisas inúteis na Internet.