Quem acompanha este blog há algum tempo sabe que há pouco mais de 2 meses tive um problema com o hosting e perdi tudo. Nem o backup consegui restaurar.

Antes que isso acontecesse, eu tive um post em que narrei a via cruxis que enfrentei para solicitar por telefone o cancelamento de uma cobrança indevida num cartão de crédito. A história até rendeu uma entrevista para o programa Código de Barras, da TV Brasil.

Mais ou menos na época havia sido promulgado o Decreto nº 6.523/2008, que regulamenta o SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) por telefone. A publicação da lei ocorreu em 01/08/2008, mas somente a partir de amanhã, 01/12/2008, as empresas estarão obrigadas a cumpri-la. Elas tiveram esse tempo para se adaptarem.

Neste final de semana li no site da Revista Info que as empresas de telefonia afirmam estar preparadas para atender às novas regras. A Telefônica, por exemplo, investiu 50 milhões de reais em contratações, treinamento e troca de sistemas. Na mesma matéria, todas as companhias reclamam da carga tributária e dizem que os custos terão que ser repassados para os consumidores, mas também reclamam por ter que contratar e treinar atendentes.

Aí fica a pergunta: será que o mau atendimento é devido à alta carga tributária brasileira, ou à contratação de mão de obra desqualificada e despreparada? Em qualquer ramo de atividade, ter um bom funcionário custa caro. Se a empresa quer pagar pouco, vai ter sempre um funcionário ruim, portanto, um call center ruim. (nossa, descobri a pólvora!)

Ajude!

3 Responses to “Call Center – parte 2”
  1. Bom Dia Rachel,
    Há tempos venho me dedicando e me aprofundando nesse assunto: Call centers!
    Temos algo em comum, amamos os animais. Sou protetora dos amiguinhos. Teho uma porção recolhidos aqui em casa, que posteriormente após castrados, irão para as feiras de adoção. E temos arrepios só de precisarmos ligar para os tais call centers.
    Mas sou também jornalista e fiz algo inusitado: Me candidatei a uma vaga, fui selecionada, fiz o tal treinamento e trabalhei um mes como representante de uma das Operadores de celeular que mais lucra nesse pais.
    Conheci e convivi com muita gente e tenho material de sobra para escrever uma enciclopédia a respeito do assunto.
    Ó que se passa por trás das mesas de PA (posto de Atendimento), só por Deus Rachel.
    Além dos péssimos salários da categoria e de um sindicato que se reune com os empresários e nunca ouve os trabalhadores, estão pessoas que precisam do trabalham, tem vida inteligente, mas são humilhadas, mal pagas, estresadas, oprimidas e até o que constatei ninguém ainda faz nada por eles.
    Bom, concordo com você , quando reclama e com razão, afinal de contas todos somos cleinte em potencial, inclusives esses trabalhadores.
    Os mesmo que nã grande maioria são funcionários de empresas terceirizadas e desrespeiados em seus direitos mais fundamentais e elementares.
    Decidi fazer esse comentário, pois fui lá para tirara as dúvidas e confesso a voc~e que a grande irresponsabilidade está bem acima dos operadores de call centers.
    Estes sim, merecem , com algumas exceções , é CLARO, toda a nossa admirição e respeito.
    Espero ter colaborado.
    Forte abraço,
    Eliana
    Como

  2. Bom Dia Rachel,
    Há tempos venho me dedicando e me aprofundando nesse assunto: Call Centers!
    Temos algo em comum, amamos os animais. Sou protetora dos amiguinhos. Tenho uma porção recolhidos aqui em casa, que posteriormente, após castrados, irão para as feiras de adoção. E temos arrepios só de precisarmos ligar para os tais call centers.
    Mas sou também jornalista e fiz algo inusitado: Me candidatei a uma vaga, fui selecionada, fiz o tal treinamento e trabalhei um mes como representante de uma das Operadores de celeular que mais lucra nesse pais.
    Conheci e convivi com muita gente e tenho material de sobra para escrever uma enciclopédia a respeito do assunto.
    O que se passa por trás das mesas de PA (Posto de Atendimento), só por Deus Rachel.
    Além dos péssimos salários da categoria e de um sindicato que se reune com os empresários e nunca ouve os trabalhadores, estão pessoas que precisam do trabalho, tem vida inteligente, mas são humilhadas, mal pagas, ficam estressadas, oprimidas e até onde constatei: Ninguém ainda fez nada por eles!
    JUSTIÇA SEJA FEITA!
    Eu concordo com você , quando reclama e com razão, afinal de contas todos nós somos clientes em potencial, inclusive esses trabalhadores, os operadores de call centers.
    Os mesmos que na grande maioria, são funcionários de empresas terceirizadas e desrespeitados em seus direitos mais fundamentais e elementares.
    Decidi fazer esse comentário, pois fui lá para tirar as dúvidas e confesso a você que a grande irresponsabilidade está muito além dos operadores de call centers.
    Estes sim, merecem , com algumas exceções , é CLARO, toda a nossa admirição e respeito.
    Espero ter colaborado.
    Forte abraço,
    Eliana
    (desculpe os erros de digitação no post anterior, pois seguiram sem revisão)

  3. [...] relacionados: Call Center – parte 2, Nokia N95 Share and [...]

Leave a Reply