Encontrei esse vídeo no blog Mãe de Cachorro Também é Mãe e amei! Tudo a ver com esse blog aqui também e com o calor infernal que anda fazendo.
Author ArchiveAntigamente a gente precisava ouvir rádio, assistir TV ou ler o jornal pra saber o que estava acontecendo na cidade ou no país. Agora basta ter uma conta no twitter. Fiquei sabendo do terremoto em São Paulo bem antes que a notícia fosse veiculada na TV. Bem no meio do apagão que aconteceu ano passado, soube onde estava ocorrendo e quais as possíveis causas sem precisar da TV, mesmo porque não tinha como ligá-la. Atualmente a melhor fonte de informações sobre o clima, onde já está chovendo, onde alagou, onde o trânsito está parado, é o twitter. Hoje caiu um temporal no Rio de Janeiro e no twitter todo mundo comentava o assunto. Twitter também é informação. Mais um post da coluna “Isso não é um review”. Fazia um tempo que queria comprar uma TV LCD para colocar no quarto, em substituição à antiga (e enorme) TV de tubo 20 polegadas que ocupa metade da minha cômoda. Eu e o maridão fomos olhar as TVs em promoção no Ponto Frio e ele sugeriu verificarmos o preço também na Casa Bahia. Os preços na segunda são sempre maiores que na primeira, mas concordei em olhar. Espantosamente, as LCDs estavam mais baratas. Perguntamos por uma LG de 22 polegadas que tínhamos visto no Ponto Frio. O vendedor, fazendo seu trabalho direitinho, mostrou a que pedimos e uma outra mais cara um pouco, e outra, e outra, até que chegou a uma de 32 polegadas com entrada USB. Meus olhinhos brilharam ao ouvir que a TV tinha entrada USB. “USB?!”, perguntei. “Sim, você pode plugar o pendrive e assistir os filmes que baixar da Internet, ouvir músicas, ver fotos”, respondeu o vendedor. “Eu sei pra que serve uma entrada USB”. Tá bom, não respondi isso, mas pensei. Foi amor à primeira vista, apesar do aparelho custar bem mais do que o que havíamos pensado inicialmente. Como parcelamento sem juros no cartão serve pra isso mesmo, fomos pra casa com a LCD 32′ com entrada USB. Como a TV nova tem o mesmo tamanho da LCD da sala, resolvi deixar a nova na sala e colocar a velha do quarto, depois de tirar o trombolho de tubo. Deu o maior trabalho a dança das TVs pela casa, mas finalmente estava pronta pra plugar um pendrive na LG. Coloquei o pendrive e… nada aconteceu. Talvez tenha que entrar no menu primeiro, pensei. Fiz isso e vi na tela a mensagem de que nenhum dispositivo estava conectado. Tirei, coloquei de novo, desliguei, religuei a TV, e nada. Fui ao manual, que dizia que o pendrive só deveria conter arquivos de imagem, vídeo ou música. Apaguei os outros arquivos e nada. Agoniada já, resolvi pedir socorro. Entrei no site da LG e procurei pelo modelo, pensando em consultar FAQ ou coisa parecida. Como não havia nada assim, procurei o telefone do fabricante. Infelizmente uma gravação me informou que o atendimento é só de 2ª a 6ª feira. Como era domingo, teria que esperar. Na 2ª feira cheguei do trabalho e telefonei de novo. A atendente me disse que o sistema estava fora do ar e pediu para voltar a ligar no dia seguinte. Na 3ª feira consegui. Expliquei o problema e perguntei se teria alguma dica para me dar ou se eu deveria trocar o produto. A atendente me pediu para aguardar e menos de um minuto depois deu o veredito: eu deveria trocar a TV. Desmontar e embalar aquilo tudo e voltar na Casa Bahia?! Tudo bem, faço isso por uma entrada USB. Lá fomos nós novamente para a Casa Bahia onde havíamos feito a compra e fomos informados que a filial não tinha mais aquele aparelho, mas poderíamos fazer a troca em qualquer uma das duas filiais no Norte Shopping. Tomei o cuidado de perguntar ao vendedor se havia reservado o aparelho e ele disse que sim. Deixamos para ir no dia seguinte, feriado de São Sebastião. Na 4ª feira colocamos a TV no carro novamente e rumamos para o Norte Shopping. Procuramos a gerente, que nos pediu para aguardar. Minutos depois um funcionário sai do estoque e avisa que não havia mais TV daquela na loja. Como assim?! Argumentei que na véspera o vendedor da loja de origem havia feito a reserva, ao que ele respondeu que havia um erro no sistema. Já me emputeci e comecei a me preparar pra rodar a baiana, mas antes pedi que verificasse se havia o produto na loja do 2º piso. Nisso, o maridão já estava falando em desistir, em ficar com a TV sem USB mesmo. Jamais! Se fosse necessário, esfregaria na cara do vendedor e da gerente meus direitos de consumidora, mas em hipótese alguma sairia de lá sem minha entrada USB. Após mais uns minutos de espera, veio a resposta afirmativa. Eu disse: “Avisa pra não venderem essa TV que eu tô indo pra lá!” Se você achou que a história acabou aí com um final feliz, está enganado. Colocamos a TV num carrinho de mercado que estava dando sopa na loja e fomos atrás de um elevador para subir ao 2º piso. Mesmo com apenas dois andares, o Norte Shopping tem um tal elevador panorâmico mais lerdo que um bicho-preguiça. Aguardamos na fila, juntamente com vários carrinhos de bebê. Lentamente o elevador subia e descia do 1º para o 2º andar. Quando finalmente chegou nossa vez, o elevador resolveu quebrar! O segurança se ofereceu para nos levar até o elevador de carga. Logo que passamos por uma daquelas portas que escondem do público os corredores de serviço, demos de cara com uma mulher calçando suas pernas de pau. Não, você não leu errado. A mulher estava mesmo calçando pernas de pau. Ultrapassamos aquela cena bizarra e chegamos ao elevador. Depois de todo esse sofrimento, encontramos a Casa Bahia no 2º piso. Meu ânimo pra rodar a baiana ainda não havia arrefecido. Fui procurar o gerente e quase não acreditei quando ele disse que a TV estava reservada no depósito. Quando o auxiliar de estoque trouxe a caixa, havia mesmo uma etiqueta de “mercadoria reservada”! Nem todos os gerentes da Casa Bahia são incompetentes. Voltamos pra casa com nossa entrada USB, quer dizer, com nossa LCD e acabei de assistir Fringe a partir do pendrive. Final feliz P.S.: A TV não lê o formato .rmvb, o mais comum para vídeos baixados da Internet, mas é só instalar no PC um programinha free e converter o arquivo para .avi ou outro suportado antes de colocá-lo no pendrive. Mais um post da série “Isso não é um review” Pela segunda vez na vida utilizei o GPS da Nokia e foi #fail total. Na primeira vez ainda tinha o N95. Utilizei para chegar a uma rua desconhecida aqui perto de casa e deu tudo certo. Dessa vez, agora já com o 5800, pretendia que ele me guiasse até uma escola em Jardim Gramacho (localidade fora do município do Rio). Tracei a rota logo ao sair de casa, achando que assim saberia se o GPS funcionaria direitinho (tolinha…). Até a Linha Vermelha eu sabia o caminho e a rota indicada pelo GPS era a mesma. Quando saí na Rodovia Washington Luiz os problemas começaram. As distâncias fornecidas pela orientação de voz eram diferentes das reais, por isso perdi a entrada para o viaduto que deveria atravessar. Aí o GPS disse “recalculando a rota” e ficou maluco. Encontrei um retorno mais à frente e quando ainda estava nele, o GPS me mandou seguir pela rodovia (eu não tinha chegado à rodovia ainda!). Aquelas instruções erradas e a frase “recalculando a rota” começaram a me irritar e depois enlouquecer, até que mandei meu marido calar a boca daquela mulher (a orientação é por voz feminina). Infelizmente ele não fez isso e fui obrigada a ouvir aquele GPS idiota me dizendo para virar “acentuadamente” à esquerda quando estava no meio da Washington Luiz! Claro! Até poderia tentar, mas acho que a mureta central não deixaria meu carro virar acentuadamente… Depois dessa, tomei o celular da mão do meu marido e desliguei a porcaria do GPS. Cheguei na tal escola seguindo um mapa do Google que havíamos levado impresso. Nokia, que tal melhorar esse GPS pra funcionar também fora da cidade? Li num feed uma matéria sobre um cão que recarrega a bateria do celular do dono. Isso me fez pensar que hoje em dia, os donos pouco utilizam seus cães para aplicações práticas. Originalmente os cães pastoreavam rebanhos e guardavam a casa e seus moradores. Hoje, ficam deitados no sofá, sem nada pra fazer. Acabe com o tédio do seu dog, colocando para trabalhar! Cães servem para muitas outras coisas, além de carregar a bateria do celular. Você pode utilizar seu cachorro como tapete, especialmente se ele for bem peludo e fofinho. Por que fazer esforço pedalando a bicicleta, se seu cão pode te puxar? Na mesma linha, é possível subir uma ladeira mais facilmente se seu cachorro for do tipo que adora sair arrastando o dono pela guia. Em vez de brigar para mantê-lo ao seu lado, segure firme a guia e deixe-o te puxar ladeira acima. Na falta de água para lavar os pés, um cão que adora lamber pode resolver o seu problema. Caiu algo no chão e você está com preguiça de levantar para buscar? Peça ao cachorro. Agora sem brincadeira, meus cães fazem as coisas que descrevi acima. Mas não pensem que sou cruel, pisando no Galileu como tapete, ou forçando meu schnauzer a me puxar na bicicleta (isso só aconteceu uma vez, por acaso, quando estava tentando ensiná-lo a andar na cestinha da bicicleta e ele relutava). Cães adoram ser úteis. Galileu fica muito feliz quando peço a ele pra buscar alguma coisa. Com paciência e treino vocês podem tornar mais alegres as vidas dos seus peludos dando-lhes tarefas dentro de casa. Experimentem! Tenho estado ausente do blog porque emendei a correria de final de ano com a viagem de férias. Estou pelas bandas do Rio Grande do Sul, juntamente com maridão, Galileu, Bruno e Annita. Começamos por Porto Alegre, passamos uns dias em Gramado e nesse momento rumamos para o litoral. Passaremos a virada do ano em Imbé e voltaremos para casa dia 2. Desejo a todos vocês um 2010 muito feliz! Até a volta. Publicado pelo Wordmobi
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Viajando com seus bichos – parte finalPosted by: Rachel in PodPet, tags: animais, família, fériasVocê já viajou com seu cachorro? Não? Acha que será muito complicado? Eu te mostrei que não. Depois dessa série de posts, espero ter te mostrado que nas próximas férias, seu peludo não precisa ficar no hotelzinho, você pode levá-lo com você! Galileu e Bruno já tiveram muitas aventuras nas férias: foram à praia, passearam de barco, visitaram museu, galeria de arte e monumentos históricos, viram de perto cavalos, galinhas, patos e bois, fizeram trilha pelo mato, colocaram tererê na feirinha de artesanato, enfim tiveram experiências que não teriam no dia-a-dia. Em dezembro vão incluir no currículo uma viagem de avião, uma visita à família canina do Bruno, e passeios pela Serra Gaúcha. Mas se pudessem falar, diriam que a melhor coisa foi ficarem ao lado da família. Para o seu peludo, esse será sempre o melhor lugar do mundo! P.S. 1: Todas as fotos que ilustraram essa série de posts foram tiradas durante viagens de férias. P.S. 2: Se deixei de falar sobre alguma coisa, se ficou alguma dúvida, deixe um comentário ou entre em contato pelo formulário no blog.
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Viajando com seus bichos – parte 14Posted by: Rachel in PodPet, tags: animais, família, fériasVocê já viajou com seu cachorro? Não? Acha que será muito complicado? Vou te mostrar que não. Você e seu pet já sabem tudo que precisam para viajar pelo Brasil. Mas e se você estiver a fim de ultrapassar as fronteiras nacionais e viajar para o exterior? Não é muito diferente, só um pouco mais burocrático. Em primeiro lugar é preciso providenciar a GTA (Guia de Transporte Animal), emitida por veterinário credenciado. Em segundo lugar é preciso pesquisar as exigências feitas pelo país de destino. Existem países, por exemplo, que não permitem a entrada de cães com cauda ou orelhas cortados. A vacina anti-rábica e o atestado de saúde são exigências comuns a todos, mas dependendo do país, outras vacinas podem ser necessárias. É bom lembrar que o atestado de saúde é válido por um período determinado (para viagens nacionais, 10 dias de validade). Por isso, dependendo do tempo de permanência no destino, pode ser necessário obter outro atestado no lugar em que você e seu pet estiverem. Informe-se não apenas sobre o que é necessário para ir, como também o que é necessário para voltar. Vi na TV há alguns meses o caso de uma brasileira que residia nos Estados Unidos e quando resolveu voltar para o Brasil trouxe o papagaio africano que tinha comprado lá. Ela foi à Embaixada e providenciou a documentação que informaram ser necessária. Quando desembarcou no Rio o animal ficou retido no aeroporto sob a alegação de que deveria passar por uma quarentena por ser silvestre. A mulher estava desesperada e foi na televisão pedir ajuda, porque o bicho estava no aeroporto e os caras do IBAMA não permitiam que ela o alimentasse. Absurdos que acontecem no Brasil. O próximo será o último post da série. Aguardem!
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Viajando com seus bichos – parte 13Posted by: Rachel in PodPet, tags: animais, família, fériasVocê já viajou com seu cachorro? Não? Acha que será muito complicado? Vou te mostrar que não. Só mais um tópico para encerrar a questão das viagens de avião: a caixa de transporte. As companhias aéreas fazem exigências em relação a ela. Em primeiro lugar, deve ser feita de plástico resistente. Essa informação consta nos sites das empresas. No entanto, já vi num blog por aí a foto de uma senhora que viajou de avião com um pequeno yorkshire num transporte de tecido (muito chique, por sinal). Talvez as cias. sejam flexíveis com relação ao material se o animal for pequeno. Na dúvida, plástico. Como já disse antes, a caixa deve permitir que o pet fique de pé e que dê uma volta completa em torno de si mesmo. Em geral essas caixas são desmontáveis, mas na hora do embarque devem estar completamente montadas, com todas as presilhas e com porta de grade. Falando em porta, algumas empresas só aceitam caixas de certos fabricantes. Não encontrei nenhuma justificativa para isso, mas acredito que o problema sejam justamente as portas. As caixas Vari Kennel, fabricadas pela Petmate, são homologadas por todas as companhias aéreas. Elas diferem das outras principalmente pelas portas e pelas travas que as fecham. Comprei caixas dessa marca para a viagem, mas tenho uma nacional da marca Clonadi, cuja porta é feita de um metal fino, com uma pequena trava horizontal. Uma semana antes da Vari Kennel chegar, Bruno descobriu como abrir a porta da Clonadi. Não, ele não é um gênio, muitos cães descobrem isso porque a porta é fraca e a trava não garante o fechamento. Outra coisa importante é o sistema de fechamento da caixa. Como todas de plástico são desmontáveis, algumas são fechadas com parafusos, outras com presilhas plásticas. Tenho uma Gulliver que utiliza esse sistema. Ela está nova e bem firme, mas acredito que depois de um tempo de uso, o desgaste natural do material torne a presilha sujeita a abertura acidental. O mesmo não contece com parafusos. Já imaginou a dor de cabeça para os funcionários se o cão abre a porta e começa a correr solto pelo porão da aeronave? Já imaginou se a caixa abre e o seu pet querido foge?! Por isso, não economize na compra do transporte! Finalmente, não coloque nenhum objeto dentro da caixa, junto com o peludo. Ele poderá se machucar. No próximo post, viagens internacionais! Quando fui a um enterro pela primeira vez, minha avó ensinou que eu deveria dizer aos parentes do falecido “meus pêsames”. Aquela frase soou estranha nos meus ouvidos. Alguma coisa nela era esquisita. Mesmo assim, obedeci e disse isso a todos os parentes que estavam no velório. Hoje eu enterrei minha avó. Nos últimos dois dias essa frase me foi dita por algumas pessoas e então descobri porque ela soou estranha há anos atrás. Minha avó estudou apenas até a 4ª série. Ainda assim, ela me ensinou muitas coisas, uma delas foi perder uma pessoa. Claro que com quase 40 anos de idade já vivenciei a morte de pessoas queridas, mas minha avó me ensinou que é diferente quando a gente ama. Na verdade, essa lição foi a mais demorada, já que o enterro apenas oficializou uma morte que começou há alguns anos, depois que ela foi diagnosticada com alzheimer. A evolução da doença foi muito rápida. Um dia ela levou um tombo e cortou a cabeça. Fui com o carro atrás da ambulância e fiquei com ela durante o atendimento inicial, quando o médico fez uma série de perguntas, às quais ela respondeu prontamente. A alta ocorreu uma semana depois, mas a pessoa que saiu daquele hospital já não era mais a minha avó. Ela não falava, não andava, não conhecia as pessoas. Em casa ela teve uma certa melhora, no entanto, meses depois ela não sabia mais quem eu era. Em alguns momentos de certa lucidez reconhecia os filhos e algumas outras pessoas, mas nunca mais soube quem eu era. Sempre foi muito duro pra mim visitá-la e não ser reconhecida. Aquela não era mais a minha avó, a pessoa que me conhecia melhor que meus pais simplesmente porque se interessava em conhecer. Tenho certeza que meus pais não fazem idéia de que adoro rock pesado. Minha avó sabia, embora não desconhecesse o nome daquele gênero musical. Meus pais nem desconfiam que tenho tatuagens. Ela descobriu. No entanto, nos últimos anos ela nem sabia mais meu nome. Não fiz muitas visitas desde então e muitas vezes chorei antecipadamente a perda. Afinal, nem tudo é como a gente quer. Minha avó sempre disse que queria morrer de um dia para o outro, sem ficar doente, dando trabalho aos outros. Não aconteceu assim. Ela sempre gostou dos dias de sol. Ontem pedi a Deus que hoje desse a ela um bonito dia de sol. Também não aconteceu assim. O dia foi feio, chuvoso e triste. Hoje eu queria dar um beijo nela de despedida, queria chorar na frente de todo mundo sem ter vergonha, porque era meu direito chorar pela minha avó. Mas não pude fazer nada disso. Os filhos optaram por um enterro sem velório. O caixão chegou fechado ao cemitério e foi direto para a sepultura. Eles dispensaram qualquer espécie de homenagem ou oração. Simplesmente a colocaram no túmulo e fecharam. Eu poderia ter reclamado e exigido meu direito de chorar, mas desisti para não me indispor com a família. Ao menos isso me deu a chance de guardar na memória não um rosto abatido e sem vida, mas o rosto vivo e sempre sorridente da minha avó. Nos últimos dois dias eu descobri que “meus pêsames” é uma frase estranha porque fala de algo que não tem volta. A pessoa que a gente ama vai embora e NUNCA MAIS vai voltar. P.S.: Ontem e hoje recebi mensagens no Twitter e comentários de apoio e solidariedade aqui no blog. Não tenho palavras para dizer como foram importantes para mim. Jamais saberei agradecer adequadamente, por isso no Twitter me limitei a dizer apenas “obrigada”, palavra que repito agora do fundo do coração. |
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